Pureza Conservada: Ela chupou para se manter virgem

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Micaela havia dado um gritinho de susto, pois o seu namorado havia acabado de colocar a piroca para fora da calça, um membro duríssimo que latejava estando curvo para cima. Como aquele sujeito poderia ter feito isso se a mocinha era pura, intocada e demonizava o sexo antes do casamento? Ora, era a filha de um pastor que relutou muito o fato dela namorar, entretanto, observando que sua pupila estava apaixonada e o rapaz demonstrava ser religioso, acabou aceitando, sem nem imaginar que a filhinha estava de olhos arregalados, quase lacrimejando vendo uma pica pela primeira vez em sua vida a considerando monstruosa envolta de pelos pubianos e veias agressivas.

– Vamos, meu amorzinho, coloca na boca que eu tô morrendo de tesão, porra, meus ovos estão doendo!

Dizia o monstro com os olhos faiscando excitação… Carlinhos estava impaciente, com a mão na base da piroca, apontando o seu cacete para a mocinha de face rosada, tão pura como uma fada, mas que era capaz de levá-lo a loucura, pois fazia mais de três meses que eles se agarravam escondidos do pai da moça em muitos beijos molhados e cheios de línguas após a escola, mas a puritana sempre que percebia que iria levar cacetada, fugia… Logo ele que já era acostumado a foder as menininhas estava em abstinência graças ao namoro com a filha do pastor, mas não estava disposto a traí-la porque numa cidade pequena todos saberiam no dia seguinte, até mesmo porque as amigas de Micaela eram espiãs e delatoras! Portanto, o rapaz, um garanhão, estava entre a vontade de gozar e de manter-se fiel a sua linda donzela.

Micaela observava o namorado se aproximar com a piroca balançando como um jumento, coitada, a jovenzinha virou o rosto constrangida e amedrontada porque não considerava fazendo isso tão cedo, afinal, todo o dia escutava na igreja que a mulher deve se casar virgem e que o hímen era um laço que ostentava a pureza, assim, a virgindade deveria ser protegida a todo o custo e mantida como uma vitória para se chegar à eternidade. Portanto, desesperada, a inocente tentou argumentar com os olhos em lágrimas e quase gaguejando:

– Eu, eu, eu não posso, por favor, o meu irmão está lá em baixo com a namorada dele, então, ele pode chegar a qualquer momento!

Isso não intimidou o rapaz que se aproximou quase enfiando a glande na boquinha da inocentezinha, mais excitado que um cavalo prestes a subir numa égua, pois tanto tempo sem comer uma bocetinha o havia levado à loucura! Os olhos castanhos de Carlinhos estavam em chamas de obstinação, afinal, estava predestinado a receber um boquete, era um ultimato!

– O seu irmão tá fazendo a mesma coisa com a namorada, anda, dá uma chupadinha, só isso que eu te peço, porra, meu pau vai explodir!

Carlinhos não tinha piedade, pois apesar de no início da relação ter tido paciência, ter falado coisas amorosas no ouvido, ter beijado todo o seu rostinho até o pescoço para levá-la aos céus e com muito esforço conseguir agarrar os seus seios macios e até mesmo enfiar suas mãos devoradoras por debaixo do sutiã, sempre que as coisas esquentavam a puritana fugia, ah, mas dessa vez não havia escapatória, ela iria aliviá-lo de qualquer jeito… Antes que Micaela pudesse reagir, a pobrezinha já sentia a cabeça do pau em seus lábios tentando forçar a boquinha, mas não, ela estava decidida, jamais faria isso!

– Eu não quero!

Micaela se desvencilhou das mãos do sujeito e se levantou da cama ruborizada para preservar sua honra, sua castidade, seu tesourinho, mais parecia que estava fugindo da morte com sua face pálida e cabelos desgrenhados olhando para o namorado impaciente com a piroca apontada para ela como uma espada prestes a furá-la sem piedade, não, apesar de amá-lo, apesar de querer dar prazer ao seu homem, a sua religião não permitiria, sua alma estaria condenada, não, precisava se negar e deixar claro que por mais que insistisse, não iria chupá-lo como uma puta, uma vadiazinha… Desesperada, a pobrezinha bradou com fúria em seus olhos vermelhos de raiva:

– Nunca farei isso! Nunca!

Carlinhos deu um risinho de escárnio enquanto colocava o cacete dentro da calça e levantava o zíper. Sua falta de paciência seria perceptível ao longe e de certa forma essa expressão de decepção tocou o coração da donzela que até queria ajudá-lo e se não fosse os seus dogmas religiosos até seria capaz de chupar o seu pênis, mas a voz de seu pai dizendo que devia se casar virgem a impedia. Pobrezinha, tentou se aproximar do rapaz, mas ele se esquivou, pois estava indo embora daquele quarto de moça intocada.

– Vou procurar uma mulher na rua, pois tá tudo acabado entre nós!

– Não!

Micaela se desesperou, não, ele não podia abandoná-la, não podia ir embora, afinal, muito o amava, muito se dedicava por ele, por isso se agarrou ao braço do namorado e começou a chorar para que ele ficasse, pois de fato o amava muito, o idolatrava, mas o rapaz não se comovia, haja vista que o fato dela se negar a chupar tinha sido a gota d’água para essa relação, afinal, um adolescente de dezessete anos está com os hormônios em ebulição e precisa se aliviar de uma necessidade que mantém a sua força vital, o ânimo para viver! O boquete não passava de uma clemência, um ultimato por socorro!

– Não, por favor, vamos conversar!

– Não há mais jeito, há várias menininhas que querem dar para mim nessa cidade, mas eu estava esperando você se decidir, mas pelo visto você não vai ceder de forma alguma, eu estou indo!

– Não! Eu te chupo, faço o que quiser, mas fique, por favor, não vá embora!

O desespero de Micaela em perder o namorado, o homem que considerava o perfeito para casar, foi o suficiente para que ela desse um beijo em seus lábios que o sujeito retribuiu já colocando a mão em sua bunda, acariciando os seus seios, enfiando a língua como o macho que era, um monstro que nem pensou duas vezes em empurrar os ombros da donzela para que ela se sentasse na poltrona e ficasse com a cara apontada para o pênis que ainda estava dentro da calça… O que tinha a fazer? Tinha que escolher entre chupar e perder o namorado, assim, muito amedrontada, a pobrezinha com as mãos trêmulas abriu o botão, abaixou o zíper e delicadamente tirou o terrível membro meia-bomba como uma serpente venenosa, mole e mesmo assim mortal, ora, era quente e escuro, cheia de veias… Quase chorando, sem ter saída, fechou os olhos, aproximou os lábios e sentiu a glande querer invadi-la sem piedade.

– Isso, gostosa, coloca na boquinha, vai!

O cacete crescia ficando duro feito uma barra de ferro que invadia uma boquinha intocada e fazendo com que o rapaz se deliciasse com o prazer que sentia em macular a jovenzinha… Carlinhos parecia que estava no cio e chegava a suar de tanta excitação, mas não tirou as roupas porque poderia chegar alguém e se isso acontecesse bastava esconder o pau que tudo ficava bem, porém a fúria em se aliviar o tornava insensível, um ser sem alma que não percebia o quanto a jovenzinha estava amedrontada e quase chorando enquanto colocava a piroca na boca para chupar, imaginando um pirulito, com muita inexperiência, assim, o machucando com os dentes.

– Abra a boca, isso, bem aberta, bem aberta, sem me machucar, isso, chupa, sua gostosa, lambe a cabecinha, no cabresto, oh, eu tô muito apaixonado!

Micaela chupava abrindo bem a boca porque a chapeleta da piroca era muito robusta, mas a pobrezinha instruída por seu algoz conseguia levá-lo a loucura lambendo a base do pau para depois começar a chupar com um vai e vem que o sujeito comandava, pois estava com as mãos em seus cabelos, oh, como era bom sentir aquela boquinha quentinha, muito úmida que aprendia como fazer um boquete, era tanto prazer que num ato de fúria o rapaz forçou o pênis para que chegasse até o talo obrigando a coitada usar as mãos para se afastar e conseguir alcançar o ar tossindo enquanto lacrimejava a raiva que sentia daquele sujeito. Não sabia que era a primeira vez dela?

– Eu te odeio!

– Mas eu te amo, vamos, continua chupando que eu tô quase gozando…

Novamente o rapaz pegou os cabelos da namorada e instruiu o boquete com o vai e vem enquanto tinha espasmos de prazer sentindo a linguinha daquela virgenzinha roçando a piroca, assim, depois de algum tempo, o insensível pegava a base do pênis demonstrando que queria que ela apenas lambesse em círculos uma glande que babava quase explodindo de tanto tesão, até que voltava com o vai e vem se deliciando com sua boquinha molhada que chegava a babar tendo o seu mastro a invadindo e enquanto o rapaz dava um gemido de prazer por finalmente ter uma mulherzinha para o aliviar, a coitada rosnava:

– Eu te odeio!

– Eu te amo, tô mais apaixonado ainda com esse boquete, isso, saliva na chapeleta, ah, caralho, tu é muito gostosa, porra, agora arranha…

O gozo estava aflorando e a monstruosidade de Carlinhos também, pois o rapaz segurando os cabelos da namorada, de forma desumana, começou a foder como se estivesse dentro de uma boceta, era um vai e vem agressivo que a forçava quase até a base do pau para que depois ele desse uma metida, depois mais uma metida, depois outra, outra, outra… O esperma veio como numa erupção atolada na garganta daquela que padecia e que não teve a escolha de engolir toda aquela porra viscosa.

– Eu tô gozando, porra, eu tô gozando, caralho! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Isso, sua gostosa, parabéns, sente a porra, sente a porra!

Micaela lacrimejava enquanto o seu namorado com a piroca enfiada gemia o seu orgasmo com intensidade, num sussurro para não chamar atenção do irmão da jovem que ainda estava em casa, até que o rapaz após ter se aliviado tirou uma pica meia-bomba da boquinha da coitada e deu um sorriso de orgulho enquanto guardava o cacete na cueca tendo a imensa satisfação de sentir um peso o abandonando, de se sentir um macho que havia dado um ultimato a sua fêmea e ela obedecido como boa submissa que era.

Pobre jovenzinha que sentia a porra grossa na garganta e sua revolta foi tanta que começou a chorar e correu o banheiro se trancando a chaves para esconder o seu pranto enquanto lavava a boca para se limpar da devassidão. O que seu pai diria? O que os membros da igreja pensariam dela? Micaela apenas queria manter o namorado, pois o amava, mas ele havia sido tão desumano e agressivo que estava disposta a terminar tudo, afinal, ela merecia ser bem tratada como uma princesa que de fato era. Portanto, abriu a porta com ódio no coração, obstinada a acabar com o relacionamento, mas foi recebida com um beijo ardente de seu amor que com toda a paixão conseguia dar prazer à mocinha que ficava úmida com as palavras de Carlinhos que entre muitos beijos, muitas línguas, proferia com muito vigor:

– Eu te amo! … Eu te amo! … Eu vou me casar com você porque é a mulher da minha vida, a minha deusa… Eu te amo! … Eu te amo!

O tempo passou e ficou bem evidente para a filhinha do pastor que o boquete era uma condição para manter o namoro e a promessa de casamento, assim, depois de passado o susto a própria compreendeu que ele tinha razão porque naquela cidadezinha do interior o que mais havia era puta querendo dar para o Carlinhos, era muita tentação e o seu dever era aliviá-lo até chegar o casamento que ainda demoraria alguns anos para ocorrer. Ora, como poderia exigir que namorado ficasse sem gozar por tanto tempo? Obrigação de ser pura pertence apenas à mulher que deve ser submissa ao marido, era isso que o pai dela pregava todo o domingo sem imaginar que estava sendo muito mal interpretado… Pobre homem que achava que sua pupila estava protegida nas mãos daquele garanhão que só queria saber de foder.

Micaela se olhava nua no espelho enquanto se descobria mulher, mesmo com medo de condenar sua alma, a jovenzinha percebia que tinha seios brancos e castos como as nuvens, além de um corpinho cheio de curvas imaculadas… Quem sabe ela não quisesse se entregar de vez para o namorado? Todavia, a sua religião era um empecilho para que se libertasse, pois a jovem era tão fervorosa que apenas em pensar nisso orava com muita dedicação para manter o tesourinho que guardava com todo o amor e pretendia guardar por muito tempo até que um dia dissesse “sim” no altar ao lado de seu amor! Quanto tempo demoraria? Muito, pois os pais de Carlinhos jamais permitiriam que ele convolasse núpcias antes de terminar a faculdade, mas a pobrezinha estava disposta a esperar e imaginava que ele também.

Nossa jovenzinha estava se arrumando com muita dedicação porque o casal havia marcado o boquete para a tarde, era sempre assim, a puritana se negava por dias com as faces rubras pela vergonha sem saber que excitava ainda mais o namorado que queria desfrutar de uma boa chupada, que sentia o pau latejar por dentro da calça e que padecia com o desespero em se aliviar como se deve. Por isso, Micaela colocou um vestido florido e rodado para encontrá-lo no campo de futebol, mas chegando lá tremeu de raiva por perceber que várias menininhas estavam na arquibancada olhando para Carlinhos sem camisa enquanto jogava bola com os moleques do bairro, ora, essas putas não sabiam que ele tinha namorada? Não era sem razão que as menininhas ficavam na arquibancada, afinal, o rapaz malhava para isso e desde os quinze anos lutou para ter o corpo definido como se deve e muito se orgulhava de ver aquelas cocotas torcendo para ele enquanto jogava bola, se sentia o macho alfa, mas foi apenas perceber o olhar de reprovação da namorada que encerrou o jogo, assim, com todo o carinho a levou para sua casa.

– Onde estão os seus pais?

– Não estão aqui, meu amorzinho, temos a casa para nós…

Entraram no quarto do rapaz cheio de pôster de mulher pelada, o que muito contrariava aquela donzela que exigia uma explicação, mas ele apenas respondeu com muitos beijos apaixonados enquanto apertava a sua bunda enfiando a mão por baixo do vestido e desabotoava o decote para finalmente sentir um seio macio, porém mesmo quase se entregando a jovenzinha se esquivou ruborizada fechando o decote para sussurrar em meio ao medo de perceber que o cacete do namorado quase rasgava o short de tactel.

– Eu não gosto assim!

Micaela tremia de excitação enquanto sentava na cama lutando para aliviar o fogo que subia por suas faces, mas sem conseguir esconder o bico dos seios arrebitados dentro do vestido porque não usava sutiã. Nossa jovenzinha não gostava quando ele a pegava daquela forma, pois sentia que seria capaz de fazer uma loucura, o que seria inadmissível, porém, Carlinhos interpretando o fato dela ter sentado como um convite, não pensou duas vezes em arrancar a camisa e abaixar o short fazendo com que o pau pulasse para fora quase arrancando dela um berrinho de terror, pois parecia uma barra de ferro com que seria agredida sem a menor piedade.

Os olhos da pobrezinha lacrimejaram em medo, pois apesar de entender que era melhor aliviar o namorado que ele achar uma puta na rua, além de até gostar do fato de dar um pouco de prazer ao seu homem, ela sabia que o rapaz se tornava um animal quando estava prestes a gozar, coitadinha, chegava a se assustar com as investidas agressivas, porém não havia escapatória e Carlinhos já estava completamente nu com a mão na base da piroca apontando para sua boquinha como se fosse uma lança medieval, mas essa era muito mais grossa e latejava como nunca enquanto os olhos de seu dono faiscavam luxúria.

– Prometa que vai ser carinhoso!

Implorou a mocinha quase chorando o seu temor e o rapaz retribuiu um sorriso de homem apaixonado prestes a colocar um cacete na boca da amada e isso foi feito com toda a delicadeza, assim, finamente Manuela começava a chupar com certa experiência um cacete, lambendo a ponta da glande para depois dar voltas circulares, chupando até a base do pau, fazendo um vai e vem e até mesmo dando mordidinhas quando necessário, após várias chupadas havia se tornado profissional e conseguia fazer o namorado ficar com os olhos revirados enquanto gemia como um macho sendo aliviado pela fêmea.

– Gostosa, isso, chupa com pressão, oh, tá me levando aos céus, porra!

Micaela estava chupando uma piroca com muita dedicação e carinho se orgulhando por conseguir agradar o namorado, aliás, era bom saber que podia se manter virgem e dar prazer ao coitado, até mesmo porque era uma forma de prendê-lo na promessa de um dia ele conseguir penetrar a sua vagina, uma promessa levada até o altar, com toda a certeza… Carlinhos segurava os cabelos da pobrezinha fazendo um vai e vem que era suportado pela coitada que já sentia a garganta ser invadida, mas aguentava, até que o rapaz colocou o pé direito na cama, estendendo a sua perna ao lado da moça para que ficasse bem evidente que ela tinha que chupar o seu saco, o que foi feito com muitas linguadas nos testículos que despertaram um urro de prazer que fez com que o gozo aflorasse, motivando o monstro a pegar o cacete e enfiar o pica até o talo e forçar de forma desumana aquela que já chorava.

– Toma, toma, toma leite, sua gostosa! Porra, eu tô gozando, ah, eu tô gozando, caralho! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!

Micaela se desvencilhou e foi ao banheiro chorando a sua raiva, pois era sempre assim, esse rapaz se aliviava como um animal a assustando de forma de forma selvagem, logo ela tão pura, tão virgenzinha, sentia o gozo descendo sua garganta, mas o pior foi numa dessas sessões, quando reclamou dele ter ejaculado dentro da boca e o rapaz ter respondido “ou eu esporro na garganta ou eu esporro na cara”, que horror, a coitadinha sempre se perguntava o que o namorado sentia por ela, tinha muitas dúvidas e chegava a achar que estava caindo numa cilada, que deveria acabar com essa relação o quanto antes, mas sempre que estava determinada era recebida com muitos beijos, carinhos e promessas de amor, além de muitas promessas de casamento.

– Eu te amo, minha Micaela, eu te amo, quero me casar com você, é a mulher da minha vida, a mãe dos meus filhos, é você que quero para sempre…

Novamente, após ter lavado a boca, os dois se deitaram na cama do rapaz enquanto coisas bonitas eram sussurradas no ouvido da moça que já perdoava as investidas cruéis do namorado, até tentava entender, afinal, deveria ser coisa de homem e o importante era que ela era a sua namorada, a mulher que um dia seria sua esposa, que um dia teria a satisfação de esperá-lo voltar do trabalho para lhe oferecer uma boa refeição que ficou o dia inteiro preparando com todo amor do mundo, ora, era para isso que mantinha a virgindade, que protegia o seu hímen como um tesouro, pois somente assim ela seria recompensada pelo altíssimo com o matrimônio tão desejado.

– Eu quero o cuzinho…

Micaela se assustou, pois em meio às palavras de amor tinha vindo essa pérola, mas como? Carlinhos não sabia que ela devia se manter virgem? Era o hímen conservado que mais a satisfazia, que a tornava diferente das outras meninas da cidade, além do mais o sexo anal era um horror, uma devassidão sem limites, era sujo, monstruoso, não, jamais faria uma coisa dessas, nunca, nem depois de casada porque mulheres honradas não fazem sexo anal, só as putas!

– Está brincando comigo, não é?

– Não, meu amor, eu preciso comer o seu cuzinho, não entende?

– Não! Não! Eu já abro mão de todo o meu constrangimento em fazer sexo oral em você, eu abro mão de minhas virtudes e você me diz que quer mais?

– O seu boquete é muito bom, gostosa, me leva aos céus, é uma delícia, mas existem prazeres que uma chupada não pode alcançar, sabe, os homem necessitam foder senão explodem e uma chupadinha não é foder, é um prêmio de consolação, muito bom, mas que depois de algum tempo cansa…

Micaela começou a chorar, sem nem pensar duas vezes se levantou da cama do namorado predestinada a fugir dos fulgores daquele macho malvado e enquanto procurava os sapatos toda se tremendo de raiva, sentindo lágrimas furiosas descerem o rosto, bradou com a voz esganiçada:

– Não! Não! Carlinhos, você não tem piedade, não percebe que eu já faço muito por você, não, você não me merece, acabou, acabou tudo!