Aline meu amorzinho – parte 2

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Aline meu amorzinho parte 2
No dia seguinte, logo no café da manhã eu conversei com meu tio e com a Sandra.
Expliquei que a Aline é uma criança ainda e o que estamos fazendo é errado.
A Sandra me disse que não via nada demais a filha namorar por exemplo e que ela mesmo perdeu a virgindade com 8 anos. Para finalizar ainda disse que o que é bom, temos que começar cedo.
Meu tio me chamou de bobo, e disse que eu deveria aproveitar porque não é sempre que se tem uma virgenzinha a disposição.
Eu avisei meu tio para ele não fazer mais nada com a Aline, porque se fizer eu vou chamar a polícia. Mesmo sabendo que vou preso, pelo menos a Aline ficará segura.
Ele me prometeu que não vai mais mexer nela.
Tomamos café e eu me despedi de todos.
A Aline me seguiu até meu carro e falou:
– Me leva com você ?
– Não posso meu amor, você tem que ir para a escola e eu trabalho o dia todo, não tenho ninguém para cuidar de você.
– Ahhh eu fico na sua casa e prometo não fazer bagunça… me leva vai
Mal falou e já começou a chorar.
Confesso que chorei também.
Dei um beijo e prometi voltar no final de semana. E disse que traria presente para ela e para seus irmãos.
Minha vontade era de colocar a menina no carro e ficar com ela. Mas não tinha como cuidar dela.
A semana passou lenta… e na sexta feira eu segui para a chácara.
Ao chegar a Aline estava me esperando no portão.
Nem desci do carro e ela já pulou no meu colo. Nos beijamos como dois namorados.
– O que você fez com esta menina ? – Perguntou meu tio
– Nada tio…
– Ela só fala em você … está apaixonada
– Eu também gosto dela
– Dá para ver… vocês até se beijam na nossa frente – falou meu tio rindo.
Peguei minhas malas e algumas sacolas com presentes para as crianças.
Dei roupas e tênis para todos, inclusive para a Sandra. Para a Aline eu comprei um perfume, esmaltes e maquilagem também.
Eles ficaram todos contentes.
Guardei minhas coisas no quarto e a Aline me acompanhou.
Sentei na cama e a abracei. Ela em pé e eu sentado. Nos beijamos novamente.
Fui me inclinando para deitar e trouxe ela comigo. Nem trancamos a porta.
Minhas mãos percorriam todo corpinho dela. Meu pau doía de tão duro.
Deixei ela deitada e tranquei a porta. Eu ainda estava com roupa branca que uso para trabalhar. Tirei minha camisa e calça e deixei ela peladinha. Beijei e chupei cada pedacinho dela. Desde os pés até os cabelos. Suguei com vontade sua bocetinha que exala um aroma doce e um sabor delicioso.
É tão gostoso chupar a Aline que só isto já me deixa muito satisfeito.
Depois me deitei do seu lado e coloquei ela sobre meu corpo. Senti que ela foi deslizando feito uma serpente no cio, descendo até chegar no meu pau. Ela segurou, olhou e deu alguns beijinhos. Eu só gemia… até que ela colocou na boca. Hummm quase gozei no mesmo instante que senti o calor de sua pequena boquinha sugando meu pau.
Tive que me segurar.
Ela ficou chupando de uma forma inexperiente, mas com muito carinho. Eu estava no auge do tesão que um macho pode sentir.
Avisei: Ahhhh não agüento mais… vou gozar… vou gozar…
Não queria gozar na boca dela, talvez por medo dela ficar com nojo e não me chupar mais … sei lá, acho que foi isto.
Até que ouvi… goza, pode gozar na minha boca.
O jatos começaram a invadir a menina. Gozei tanto que até me cansei.
Olhei e vi que ela não tirou o pau da boca em nenhum momento.
Deixei ela terminar de sugar até ela parar.
Puxei ela para deitar no meu peito e a abracei.
– Aline, eu te amo meu amor
– Eu também te amo
Ficamos assim até ela adormecer.
Olhei no relógio e já eram 22:00 hs.
Eu estava com fome e acho que ela também. Resolvi acordá-la
Nos vestimos e fomos para a cozinha.
Ao chegar vi que tinha comida sobre a mesa e a casa estava em silêncio. Olhamos do lado de fora e não vimos ninguém.
Fomos até a casa da Sandra e todos estavam lá, inclusive meu tio.
– Finalmente os pombinhos apareceram – falou meu tio brincando
– Ahhh tio eu estava conversando com a Aline
– Conversando é… veja a cara dela de felicidade – Falou a Sandra.
Vi que a Aline ficou envergonhada e eu corri abraçá-la
– Vocês já jantaram ? – perguntou meu tio.
– Ainda não tio.
– Tem janta pronta para vocês. Se precisar, esquenta no microondas. Eu vou dormir aqui com a Sandra.
– Mas porque tio ?
– Ahhh para variar o cardápio – ele respondeu.
– Mas tio, se for mim, não se preocupe…
– Eu não estou preocupado com você, mas quero deixar vocês a vontade.
Eu entendi o recado.
Me despedi de todos e desejei boa noite. Peguei na mão da Aline e saímos.
Ao chegar eu tranquei a casa e jantamos sem nenhuma pressa.
Depois ficamos conversando na sala até eu ver que ela estava com sono.
Levei a menina para o banheiro de dei um banho nela.
Depois fomos deitar.
Na cama ela falou:
– Sabe, eu conversei com minha mãe. E ela me falou que para transar só dói na hora, depois a dor passa e fica muito gostoso.
– Eu sei Aline, mas acho que você é muito pequena. Seu corpo não está preparado para receber um cacete.
– Ela falou que estou pronta sim. Ela fez com 8 anos e eu já tenho 9.
– Ela foi forçada você não vai ser.
– Mas eu agüento sim.
– Você agüenta, mas é isto que você quer ?
– É sim.
Beijei a menina e coloquei ela deitada de barriga para cima. Chupei um pouco.
Até que ela falou:
– Minha mãe falou que você tem que passar um creme que está na gaveta.
– Que gaveta Aline ?
– Naquela, falou ela apontando para uma gaveta do armário.
Abri e vi um tubo de KY e algumas camisinhas.
Pensei… a Sandra quer mesmo que eu coma a filha dela.
Peguei o KY e passei uma boa quantidade. Coloquei meu dedo e fui empurrando:
– Está doendo meu amor ?
– Um pouco.
– Se quiser eu paro agora.
– Não enfia o dedo que eu agüento.
Coloquei mais da metade do meu dedo e fiquei parado.
Ela estava com uma carinha de assustada.
– quer parar – perguntei
– Não… pode por seu pinto
Fiz mais carinhos. Tirava o dedo e colocava novamente. Fiz movimento circulares.
Passei muito gel.
Até que deixei uma camada de gel na cabeça do meu pau e esfreguei na bocetinha dela.
Fiquei empurrando o pau e mexendo de cima para baixo e de um lado para o outro.
Ela estava tensa, mas não reclamou de nenhuma dor.
Senti que meu pau encontrou o buraquinho e com força eu empurrei.
AI AI AI AI AI AI…. TIRA TIRA TIRA
Até me assustei com os gritinhos dela.
Deixei só a cabeça do meu pau cravado nela. E pedi para se acalmar.
– Calma meu amor – Calma …. já vai parar de doer.
Ela foi relaxando e empurrei mais um pouco.
AI AI AI…. NÃO EMPURRA PÁRA
Fiquei parado esperando ela se acalmar.
Dei um beijo na boca dela e soltei o peso do meu corpo até sentir que meu pau entrou inteiro.
Nem precisei bombar. Gozei muito.
Esperei meu pau amolecer um pouco e tirei.
Vi sangue e porra saindo.
Eu abracei e ficamos deitados calados.
Ela logo dormiu.
Eu ainda fui no banheiro e tomei uma ducha.
Peguei uma toalha úmida e limpei a bocetinha e as pernas dela.
Depois me deitei e a abracei.
Estava uma noite fria.
Dormimos até as 10:00 hs.
Até que fui ao banheiro e ela depois acordou.
Tomamos um banho e perguntei se estava doendo.
– Não está doendo não.
– Dei um beijo e agradeci: Aline eu nunca senti tanto amor como esta noite.
– eu também te amo.
Quando saímos a Sandra perguntou:
– E aí como foi a noite de vocês.
– Tudo bem mãe, está tudo bem.
– Ele fez com carinho ou te machucou.
– ele fez com carinho.
Até que meu tio veio conversar comigo. Ele me avisou que iriam sair e que eu podia ficar com a Aline e cuidar da chácara.
Só depois fui entender que ele queria nos deixar sozinhos.
Confesso que foi o melhor final de semana que tive.
– Continua…