Amor e sexo em familia – Parentes em casa, mas sempre rola.

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Olá a todos, eu sou Xxx18, e venho aqui para continuar com mais um conto da serie “Amor e sexo em família”. Este já é o quarto capitulo, se não leu os outros, volte e leia para maior entendimento.

Continuando…

Depois de Alice me negar sexo, e eu ter acabado ficando só na mão como dizem, não fiquei chateado com ela, nem me sentido desprezado, mas fiquei frustrado, afinal eu era um adolescente, e ansiava por sexo. Todo homem que passou por essa idade, sabe muito bem, que o que mais queremos é penetrar um boceta, nada é mais esperado que isso. Não importa quantas punhetas batemos, nosso fogo não acaba até comermos alguma garota. Como dizem homem é foda, só pensa nisso, e nessa idade é verdade. Mas eu não estava bravo, eu gostava muito da Alice, e não ia apressa-la, eu sei que toda garota anseia por esse dia, mas também sei que algumas tem esse medinho.
Algumas semanas foram se passando, até alguns meses, e a historia continuava a mesma, nos agarrávamos sempre que possível, muito beijo na boca, um pouco de esfregação, e eu sempre tinha que ir tocar uma sozinho depois kkkkkkkkk, fazer oque ne. Eu e Alice íamos crescendo, essa faze ne, em alguns meses você já cresce 1 cm, fica mais encorpado, ganha mais e mais espinhas e alguns pelinhos de barba vão surgindo. E Alice também ia dando aquela espichada como os adultos falam, sempre reclamando quando alguma espinha aparecia, e cada mês ficava mais gata e gostosa. O aniversario dela já estava chegando, logo ela faria 13 anos, e o meu seria logo depois (na verdade não sou 2 anos mais velho, sou 1 ano e 10 meses).
Já era setembro e o clima estava ficando bom já, e minha tia por parte de mãe tinha vindo para nossa casa para o aniversario da Alice que seria em alguns dias, e também para aproveitar uma pequena reunião de família, pois fazia tempo que não nos víamos. Minha tia veio sem o marido pois ele tinha que trabalhar na cidade deles que também não era tão longe. Então veio minha tia Elena de 38 anos, e minhas primas Ana de 8, e Natalia de 6. Quando elas chegarão era sexta a tarde, inclusive era quando eu e Alice nos beijávamos no sofá da sala. Quando escutei o portão abrir, já sabia quem era e já fui abrir a porta e recepciona-las:
– Oi tia, tudo bom?
Ela já vem abrindo um sorriso e diz:
– Nossa, quem é esse homão? A quanto tempo que não te vejo Ale, como você cresceu. Me da um abraço.
Ela não via agente fazia 3 anos, quase 4 se não me engano. Depois que ela me abraçou e eu cumprimentei minhas primas e as abracei também ela pergunta:
– E como vai as namoradas em rapaz? Bonitão desse jeito, deve ta dando dor de cabeça para sua mãe.
Eu já estava encabulado com esses elogios de tia, mas respondi:
– Que isso tia. Namoradas? Não dou conta disso tudo não.
– Então tem uma especial né.
– Minha mãe ainda não chegou do trabalho tia, daqui a pouco ela deve ta chegando.
Elas foram entrando e minha tia pergunta:
– Cadê sua irmã? Quero ver a Alice.
A verdade é que Alice estava um pouco corada demais, e um tanto descabelada e com a roupa amassada por estarmos nos pegando naquela hora, e tinha ido para o quarto se recompor. Mas quase no mesmo instante que minha tia pergunta, Alice aparece.
– Oi tia, tudo bom? Que saudade.
– Nossa Alice como você cresceu. Ta linda. Parece que foi ontem que você era uma pirralhinha magrela, e olha agora, ta uma mulher já.
Alice fica corada.
– Ai tia, para to com vergonha.
Então eu digo:
– Tia a mamãe já disse onde vocês vão ficar né? Ela me disse que você ia ficar no quarto de hospedes com a Natalia, e a Ana ia ficar com a Alice no quarto dela.
Minha tia então diz:
– Isso mesmo, agente combino assim, você não se importa né Alice da Ana dormir com voce?
– Que isso tia, não mesmo. Eu até pedi a mamãe para comprar uma cama de casal semana passada quando ela disse que vocês vinham.
Na verdade não foi por isso, Alice achou que precisávamos de uma cama maior para nossos amaços, e eu na esperança de um dia para agente transar.
Então eu vou pegando as malas pesadas e vou levando para dentro, para os quartos, então Alice em tão de brincadeira, e com um pouco de sua infantilidade voltando, me da um leve chute na bunda e diz rindo:
– Vai logo Alexandre, para isso vocês servem.
Eu dou um olhar de quem não achou graça mais que tambem não fiquei bravo. E minha tia da uma risada enquanto íamos pelo corredor. Então ela diz baixinho em tom de malicia para minha irmã logo atrás de mim:
– Eles servem para outras coisas também né Alice?
E Alice rindo baixinho diz:
– É verdade tia, e bem que agente gosta.
– Nossa menina, ta safadinha assim já?
– A tia, agente faz oque pode né.
Minha tia ri e diz:
– Ta certo, você tem que aproveitar enquanto é nova, ta no auge da beleza, na juventude.
– A tia a senhora também ta lindona, parece que tem 20.
Realmente, assim como minha mãe, minha tia Elena não aparentava a idade que tinha e estava em forma, com tudo em cima, ela parecia muito com minha mãe, tanto de rosto, como o longo cabelo preto e o corpo. Minha tia diz a Alice:
– Ta bom, so não me chama de senhora, se não quiser também não precisa me chamar de tia, Elena ou Lena ta bom, ou até como os garotos me chamavam na sua idade, Leninha.
– Ta bom ti… Elena. Vocês tão com fome? Eu ia preparar uma lasanha para agente hoje. As meninas gostam?
– A sim, gostam muito, de todo tipo de massa elas adoram. Eu vou te ajudar, para quando sua mãe chegar já estar pronta.
– Que isso tia, não precisa, eu faço sozinha, pode ir ver tv com o Alexandre e as meninas.
– Que nada, eu sou hospede de vocês, tenho que ajudar em algo.
Ela então ela vai até a sala e olha para as meninas que estavam entretidas com a TV.
– Ana vem cá ajudar eu e sua prima a fazer lasanha, agora, deixa sua irmã ai e vem.
Então Ana de cara fechada diz:
– A mãe, por que só eu?
– Por que você é a mais velha, e sua irmã ano que vem já vai começar também, já disse que não tem mulher atoa em casa não. Não vou criar dondocas não. Olha sua prima, já faz lasanha sozinha e você reclama quando tem que fritar um bife. Agora vem logo.
Minha irmã diz rindo:
– Eu também reclamava quando comecei. Mamãe dizia a mesma coisa, que não queria mulher atoa dentro de casa, por que ia virar vagabunda.
– É oque sua avó falava para eu e sua mãe naquela época. Antigamente era isso ou chinelada na bunda, sua tia mais nova que escapou só.
Mais a noite depois que minha mãe chegou e jantamos aquela lasanha que estava divina, minhas primas estavam na sala, e minha mãe e tia estavam na varando perto da piscina tomando cerveja. Então eu encontro Alice no corredor e conversamos:
– É já vi que não vamos namorar no seu quarto hoje a noite.
Ela com uma carinha meio de desanimo e meio que rindo da situação diz:
– Hoje, e um bom tempo, elas vão ficar até meu aniversario na semana que vem. Não vamos arriscar muito ta amor? A casa ta cheia, é melhor não dar bobeira.
– Ta bom Alice, você ta certa, te amo.
Eu olho para ver se não tem ninguém vindo e a beijo. Dura alguns poucos segundos e escuto passos e minha prima Ana chamando, nos separamos rapidamente.
– Alice você tem um prendedor de cabelo para me emprestar? Esqueci os meus em casa e ta muito calor hoje.
– Ta bom prima, pode ficar com esse.
E tira o que estava em seu cabelo e entrega a nossa prima. Depois que Ana voltou para a sala, Alice diz:
– Viu, quase que ela nos pega.
Dou um selinho de despedida e boa noite e vou para o meu quarto, jogar um pouco no computador, e como todo adolescente mais tarde bato umazinha. A noite sinto um pouco da falta da Alice mais fazer oque.
No outro dia, era um belo sábado ensolarado, parecia que já era verão. Todos acordamos bem cedo, e depois de tomarmos um reforçado café da manha feito pela Alice e a mamãe, resolvemos ir todos para a piscina curtir o belo dia. Eu já estava la fora, sentado em uma cadeira, com minhas primas, minha tia e minha mãe, só faltava Alice. Então quando ela chega, tudo para, vejo ela de biquíni, um biquíni rosa, até um pouco curto e bem justinho na parte de baixo. Eu não via Alice assim com frequência, fora aquela vez em seu quarto que foi muito rápido, nunca pude admirar seu corpo com pouco tecido assim. Ela estava linda, suas curvas, suas pernas, ate seus seios pareciam um pouco maiores. Ela estava muito gostosa, eu estava babando. Minha tia quando a ve diz:
– Nossa que mulherão, olha essa bundona, empinadinha. Ai que inveja da juventude.
Minha mãe e minha tia gargalham. Então minha mãe diz:
– Puxou a mãe essa lindona.
Minha irmã corada responde:
– A Lana puxou mais você mãe.
Realmente minha outra irmã Alana, que estava na Inglaterra, era mais o tipo da minha mãe e da minha tia. Enquanto Alice tinha os parâmetros mais médios, Lana, minha mãe e tia, era maiores, tinham mais bunda e peito. Lembro que Alana na idade de Alice já tinha quase o corpo da minha mãe, por isso conseguiu um marido rico cedo, era bem gostosa.
Alice vem e se senta perto de mim, enquanto minha mãe tia ficam mais debaixo da sombra na varanda, e as meninas brincando do outro lado da piscina. Alice fala:
– Levanta dai que eu vou tomar sol.
Eu dou lugar a ela, mesmo tendo outras cadeiras próximas, ela vai se deitando e me entrega o protetor solar e diz:
– Me ajuda?
Eu meio encabulado digo:
– Ta bom, deita ai.
Ela então deitada de bruços, eu olhando fixo o tempo todo para sua bunda, ela desamarra a parte de trás do biquíni e diz:
– Sou muito branquinha, não quero marca.
Eu então me sento sobre suas pernas e vou passando protetor nas suas costas, aquelas costas sem o fio do biquíni, lisinha, aquela pele macia, e eu ocasionalmente olhando para sua bunda, vou ficando um pouco excitado.
Então ela diz:
– Ale passa em baixo também.
Eu assustado digo:
– Ali, você consegue passar sozinha em baixo, e ainda alguém pode ver, ia ficar estranho.
Ela se remexe um pouco, levanta a cabeça um estante olhando para a varanda e diz:
– Elas estão de costas para ca, e além do mais eu não quero passar, quero que você passe Alexandre, e você não vai querer minha bunda toda vermelha quando eu for te dar.
Nossa aquilo me deixo louco, meu pau endureceu na hora, será que ela estava planejando transar comigo em pouco tempo? Ela estava querendo perder a virgindade logo? O meu dia estava chegando? O esperado dia meu e de todo garoto de foder. Aquilo me atiçou. Comecei a passar o protetor em sua bunda e coxas. Nossa como eu massageava cada centímetro, alisava sua bunda com vontade, e Alice ofegava, do mesmo modo que ofegava no dia que eu rocei meu cacete duro nela, no dia que ela deixou o shortinho molhadinho. Eu fico olhando para ver se ninguém vê, e vou prolongando ao máximo aquele momento, mesmo não tendo mis necessidade, então quando eu termino, dou mais uma olhada para a varanda, me certificando que ninguém olhava e arrisco, vou dando um, dois, três beijinhos nas suas costas nuas e vou subindo, até ela virar a cabeça para trás e eu dar uma leva e rápida chupada em sua boca, sua língua, e pressionando meu pau duro em sua bunda enquanto ela solta um leve gemidinho, eu digo baixinho em seu ouvido:
– Gostosa.
Ela suspira e diz:
– Te amo Alexandre.
Então depois de alguns poucos segundo com meu pau atolado no meio de sua bunda deliciosa ela diz:
– Já chega Ale, vai logo para a piscina para abaixar isso ai antes que alguém veja.
Eu dou um ultimo selinho nela e sigo seu concelho e pulo na piscina. Logo depois todos pularam também e ficamos brincado na piscina, e sempre que possível eu apalpava alguma parte de Alice nas brincadeiras, inclusive uma hora que estávamos os dois submersos enquanto ninguém olhava ela vem e me da um selinho debaixo d’água. Depois de um tempo fui expulso da piscina e mandado para a churrasqueira assar uma carne para o almoço que estava chegando, que na visão delas e do meu pai que me ensinou antes do divorcio, era obrigação do homem da casa.
Depois de todos almoçarmos, fomos ao shopping assistir a um filme, e depois que acabou, eu e Alice resolvemos voltar mais cedo e deixar os outros fazendo compras, para termos um momento nosso em casa. Chegando em casa fomos para a piscina e ficamos nos beijando la dentro um bom tempo, quase uma hora, até que Alice quis ir para o quarto que era mais confortável, ela enrolou uma toalha na cintura par não molhar a cama pois ela estava ensopada. Ficamos nos beijando um bom tempo, com muita esfregação, e eu apertando muito seus peitos por cima do biquini, beijando seu pescoço e pressionando meu pau por baixo da toalha sobre a calcinha de seu biquini, do mesmo modo que daquela noite. Eu a todo momento a chama de gostosa, linda, meu amor. E ela fazia suas juras de amor: eu sou sua meu amor, eu te amo. Ofegando e dando gemidinhos todo o tempo. Até que chega um momento em que ela novamente trava e diz:
– Eu sei Ale que você achou que ia ser hoje, mas não vai ta? Desculpa.
– Depois do que você disse hoje eu até pensei mesmo.
Ela suspira, e com um semblante e olhar de quem esta pedindo perdão diz:
– Eu sei oque eu disse, vai ser logo eu te prometo, vai chegar só não vai ser hoje ta? Desculpa.
Eu um tanto frustrado, mas entendendo digo:
– Ta de boa Ali, no seu tempo.
Ela da um olhar de agradecimento.
– Obrigado.
Então ela da um risinho de deboche e diz:
– E só ter calma garoto, você vai ter o que quer, só tenha paciência.
Então eu conformado digo:
– Vou no banheiro ta?
Ela entendendo o motivo, e me olhando com pena diz:
– Espera.
– Oque?
Ela de repente pega no meu pau duro por cima da bermuda e diz com carinha de safada mordendo o lábio:
– Voce não precisa ir, eu te ajudo.
Eu um pouco assustado digo:
– Ali, você não precisa fazer isso, deixa que eu resolvo.
Ela me olha e diz:
– Não, mas eu quero. Que mulher eu seria se ficasse atiçando meu namorado e depois deixasse ele na mão? Não, não, isso ia ter que acontecer uma hora mesmo. Vou te ajudar.
Ela diz isso para mostrar confiança, mas em seu olhar vejo um certo receio e um pouco de medo. Então eu digo enquanto ela vai ficando de joelhos no chão de frente para mim:
– Ali, você não é obrigada, você tem certez…
Então ela me interrompe colocando um dedo em minha boca e me silenciando, com a outra mão ela vai desabotoando a bermuda, e rapidamente enfia a mão por dentro da minha sunga, pegando com vontade no meu pau duro como pedra, e eu nesse momento vou a loucura e so penso uma coisa: sim ela tem certeza. Ela massageia levemente e timidamente, com seu rosto corado e me olhando nos olhos. Nossa aquilo estava muito bom, até que ela abaixa um pouco mais o calção e puxa meu pau todo para fora e vê, provavelmente o primeiro pênis que ela vê ao vivo. Ela olha com um certo espanto, não que meu pau seja grande, mas para uma menina de quase 13 anos, que nunca viu antes, um cacete duro pode atiçar sua curiosidade. Ela então com carinha de safada me olha e diz:
– So me diz oque fazer.
– Continua como você estava fazendo Ali, nossa ta muito bom.
Ela da um sorrisinho e morde o lábio me deixando louco e vai massageando meu pau, vai punhetando devagarinho. Aquilo estava muito bom eu virava a cabeça para trás sentado na cama com os olhos fechados enquanto Ali de joelhos na minha frente batendo uma punheta para mim. Era a primeira garota que tocava no meu pau diretamente, e qualquer cara que já tenha passado por isso sabe que a mão de uma mulher é mil vezes melhor que a nossa.
Meu pau já estava bem lubrificado, ele babava, e minha respiração ia aumentando, meu abdômen se contraia com minha pélvis, e Ali foi aumentando a velocidade. Eu sabia que estava vindo, mas como estava tão bom e eu tão concentrado, esqueci de avisar a Alice que iria gozar. Então de repente vem um jato de porra, e Alice até se assusta, mais continua enquanto jatos e jatos vão saindo, um ou dois voaram e sujaram a toalha que estava em sua cintura e cobria suas pernas, uma pequena gotinha acertou entre o seu biquíni, no meio de seus peitos, e o resto escorria entre seus dedos, uma porra grossa. Eu tinha gozado muito, como nunca antes. Eu olho para ela enquanto ela limpa o respingo de seu peito, e esfrega a porra dos dedos em sua toalha e digo:
– Desculpa Ali, eu não avisei, te sujei toda.
– Não foi nada, eu tinha que lavar essa toalha mesmo, e ai? Gostou meu amor?
– Nossa, você foi demais.
Ela sorri com carinha de safada e diz:
– Fui bem para minha primeira vez?
– Sim.
– Que bom, te amo.
Ela vem e da um beijo rápido chupando minha língua.
– Agora vai tomar seu banho para se lavar. Pode usar meu banheiro.
– Nossa, depois dessa, se eu encontrar outra calcinha, vou demorar mais um pouco.
Então ela com cara de safada, mordendo o lábio daquele jeito que eu fico louco e que ela sabe que fico, diz:
– Voce não vai achar, lavei todas, leva essa, e depois você me diz se ta com meu cheirinho ainda.
Ela então para minha surpresa tira por baixo da toalha o biquíni dela, e me entrega, ai ela diz:
– Pode demorar o tempo que quiser.
Então ela vem no meu ouvido e sussurra:
– Demora muito, e vai pensando em mim, pra quando eu te dar uma chave de boceta.
Nessa hora eu fico louco e corro para o banheiro, me acabo na punheta durante o banho.

Continua…