PRECOCE – como tudo começou

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QUEM SOMOS NÓS
Meu nome é Joao Otavio e estou hoje com 40 anos, pai de três lindas crianças, João Lucas, 10 anos, filho de um relacionamento curto e intenso, Pedro, 8 anos e Diego, 6 anos, filhos do meu atual casamento que ja dura quatorze anos. Sim! Joao Lucas é filho de um deslize que cometi com uma colega de trabalho, porém não posso dizer que me arrependo, pois meu filho foi o maior presente que tive na vida e hoje vive comigo, minha esposa e os irmãos.

UMA FAMÍLIA DOS NOVOS TEMPOS
Eu sempre fui do comercio e hoje tenho uma loja virtal, decidi trabalhar com e-commerce quando minha esposa passou em concurso no judiciário e passou a trabalhar em outra cidade, ficando lá a semana toda e vindo pra casa aos finais de semana. Eu tinha uma loja normal mas, com essa crise e as coisas se complicando com a nova rotina da minha esposa, decidi fazer o mais conveniente, vendi a loja, montei um negócio virtual e presto consultoria. Tudo coisas que posso fazer sem sair de casa, ou saindo muito pouco e, com isso, posso cuidar dos meus filhos.

MINHA SEXUALIDADE
Apesar de estar casado e me adaptar as nossas necessidades, eu tenho consciência que estamos juntos por que nos acostumamos um com o outro e temos nossas obrigações para com as crianças. E mesmo tendo pulado a cerca e tido meu primeiro filho com outra mulher, eu nunca me enganei sobre a minha sexualidade.
Desde muito novo eu fui envolvido com o sexo, numa época cheia de taboos , onde não falava dessas coisas abertamente. Fui iniciado muito cedo pelo meu tio, na época ele tinha seus 19 anos e eu nem me lembro como começou, eu tinha menos de cinco. Mas lembro que eu gostava, eu procurava e até me sentia triste quando ele não me dava "atenção". Ainda por volta dos meus 6 anos comecei a brincar de sexo com um primo de 8, a gente vivia se esfregando e isso nos rendeu algumas surras dadas por nossas mães, e a mim rendeu mais uma experiencia sexual, desta vez com o pai deste primo, que era primo do meu pai. Foi uma espécie de castigo, mas hoje eu entendo que ele queria mesmo era se satisfazer. Quando eu estava com 11 fui forçado por um outro tio, também irmão do meu pai, mas este foi muito bruto e violento, mas aos meus 14 anos comecei a abusar do filho dele, que na época tinha 6 anos.
Como vocês podem perceber, minha vida foi cercada de sexo gay e incesto, e claro que outras varias situações foram acontecendo, e pretendo conta-las com mais detalhes, caso haja interesse. O fato é que não da pra passar por todas essas experiências, desde tão novo, e não desenvolver uma sexualidade neste sentido.
Porém, por conta destas mesmas experiências, que sempre foram tão secretas e escondidas, e também por causa dos meus pais tão tradicionais e rigorosos, acabei desenvolvendo um lado hétero, que hoje não convence nem a mim mesmo.

COMPARTILHANDO
Eu nunca tive coragem de falar com ninguém sobre os fatos mais recentes da minha vida, sempre nutri sentimentos de culpa e muitas duvidas, mas encontrei este site ha algum tempo e comecei a ver que eu não sou o único a viver algumas situações. As vezes leio comentários dizendo que podem ser fantasias ou verdades, mas o fato é que muitos dos contos que li aqui, narram situações muito semelhante aos que aconteceram comigo, revelam meninos ainda muito novos, mas ja cheios de tesão e malicias, e eu sei que é exatamente assim, não é impossível um garoto com muito pouca idade ter atitudes sedutoras para com um homem feito, mesmo que no final seja o homem quem acaba conduzindo a situação.
Por isso decidi compartilhar minha história. Não pra serem julgadas, mas para dividir com os leitores que realmente gostam do sexo livre de preconceitos e hipocrisias.

TRÊS ANOS ATRÁS
Ha três anos, João Lucas ainda morava com a mãe dele, minha esposa ja o aceitava muito bem, ela estava prestando o concurso da vida dela e por conta disso eu estava vendendo minha loja e ficando mais tempo em casa com os meninos pra ela poder se preparar melhor.
João Lucas passava todos os finais de semana conosco, pois sua mãe era muito chegada nas baladas dos finais de semana e preferia assim. E isso foi se intensificando conforme a safada foi percebendo minha disponibilidade, e eu comecei a cuidar mais dos assuntos de escola e do dia a dia do meu filho. Minha esposa, sempre muito focada no trabalho e no concurso, também foi deixando os meninos por minha conta, e, de repente, estava eu cuidando de 3 garotos de 7, 5 e 3 anos. Não estava fácil pra mim, mas meu jeito alegre e tranquilo, sempre muito companheiro e brincalhão com os meninos, me ajudaram a cumprir essa missão.
Ja nessa época, muitas vezes o João Lucas ficava aqui em casa, sua mãe ligava com uma desculpa pilantra e me pedia pra pega-lo na escola e ficar com ele. Eu sabia que a safada tava era afim de aprontar por aí, mas ele é meu filho, e eu sempre gostei de ver os três juntos. Era uma festa. Até a minha esposa perder a paciência e colocar os quatro de castigo.

JOÃO LUCAS NA DIRETORIA
No meio de uma semana qualquer, fui chamado na escola do João Lucas, não me adiantaram o assunto e eu fui pra la muito tenso. Chegando la meu filho estava sentado em banco com um coleguinha na entrada da diretoria, ambos de cabeça baixa e uma funcionária me levou pra conversar com a diretora. Uma mulher muito calma e educada que com toda a sua pedagogia começou a me contar que meu filho havia sido pego com o coleguinha no banheiro da escola fazendo coisas inapropriadas. Ela me pediu pra ficar calmo e continuou contando que os garotos estavam brincado de sexo. Eu fiquei espantado e perguntei a mim mesmo, em voz alta, como ele havia aprendido esse tipo de coisa. Continuamos conversando e eu comentei com a diretora que eu ainda não havia abordado esses assuntos com o João Lucas, e a conclusão dela foi a de que alguém teria ensinado isso a ele, e me aconselhou a abordar isso com o menino, pois ja não daria mais pra escolher um momento mais próximo da adolescência. Terminei nossa conversa pedindo a ela que não comentasse isso com a mãe dele, pois eu não confiava na reação dela. A diretora entendeu e ainda se colocou a disposição caso eu precisasse de alguma orientação ou conselho.
Neste dia levei meu filho pra minha casa. Ele ficou no banco de trás do carro com muita vergonha, não me olhava por nada, Não falava nem erguia a cabeça. Eu o observava pelo espelho e fiava pensando em como ele teria aprendido essas coisas com apenas sete anos, e o pior, como eu iria conversar sobre isso com ele.

UMA CONVERSA DIFÍCIL
Chegamos em casa e minha esposa estava saindo, perguntou o que tinha acontecido e eu menti que o João Lucas havia brigado com um coleguinha, ele me olhou surpreso por me ver mentir para esconder o fato. O Pedro e o Diego estavam na escolinha e eu só tinha que pega-los as cinco da tarde. Ficamos eu e meu filho sozinhos, eu preparei alguma coisa pra ele comer e depois que ele comeu eu o chamei na sala, pedi pra ele sentar no sofá, sentei num banquinho de frente pra ele e mandei ele erguer a cabeça e olhar pra mim. Seus olhos estavam cheios de lágrima e eu comecei:
– por que você ta chorando?
– é que o sr. vai brigar comigo!
– quem disse que eu vou brigar com você? nós vamos conversar, só isso!
– mas eu tô com vergonha!
– eu sei disso, mas eu sou seu pai, e não precisa ter vergonha de mim, mas eu vou te fazer algumas perguntes e você não vai mentir pra mim. certo?
Ele concordou com a cabeça.
– pois bem! quem te ensinou a fazer essas coisas de sexo?
Ele pensou um pouco, estava com medo de contar e eu reforcei:
– você não vai me contar? eu vou ter que descobrir de outro jeito?
Mais assustado ainda, ele começou a falar:
– foi meu tio! foi ele que me ensinou fazer isso!
– ah! e como foi que ele te ensinou isso?
– eu tenho vergonha de contar pra você pai!
– ok! então vamos fazer assim, eu pergunto e você diz sim ou não. certo?
Meu filho concordou e eu comecei a perguntar. Eu havia passado por isso na infância e ja havia feito isso com outros garotinhos. No geral sempre acontece do mesmo jeito. Então eu continuei:
– seu tio endureceu o pinto pra você ver? Ele confirmou com a cabeça.
– depois ele te ensinou a segurar e punhetar? Ele me olhou rápido e confirmou.
– ele te mandou chupar o pinto dele?
– ele gozou na sua boca? Meu filho me olhou sem entender – seu tio fez sair um tipo de leite do pinto dele? Aí sim ele concordou.
– e foi na sua boca? Ele respondeu que sim.
– e você engoliu? Ele balançou a cabeça concordando. – e você gostou? Ele respondeu que mais ou menos.
– Ta vendo? eu não estou brigando com você, nem estou bravo, eu só quero que você me conte o que aconteceu. Pode ser?
– Ta bom pai! eu vou te contar.
Confesso que eu ja estava de pinto duro e meu filho começou a contar:
– meu tio ficou cuidando de mim e na hora do banho ele ficava mexendo no pinto duro dele, eu ficava olhando e ele brigava comigo e me mandava sair do banheiro. Só que um dia ele começou a mexer no pinto e mandou eu mexer pra ele, eu comecei a fazer igual ele fazia e o pinto dele espirrou o leite em mim, me melecou o peito, a barriga… no outro dia ele me levou no computador e me mostrou um menino chupando o pinto de um homem, ele me ensinou a fazer igual eu comecei a chupar o pinto dele, mas ele segurou forte a minha cabeça e espirrou o leite tudo dentro da minha boca, e engasguei e disse que não ia mais fazer, mas ele ficou bravo e disse que is contar pra minha mãe. Depois disso ele me mostrou outros videos e tinha um que o homem colocava o pinto dentro da bunda do menino, e ele disse que a gente ia fazer igual, ele passou um monte de margarina no meu furinho e no pinto dele, depois ele começou a enfiar o pinto em mim. Doeu muito, eu chorei, mas ele não parou ate soltar o leite dentro de mim. Depois disso a gente brincava todo dia, eu chupava o pinto dele e ele colocava o pinto dentro de mim, ja nem doia muito e ele soltava o leite dentro do meu buraquinho ou na minha boca.
Eu estava explodindo de tesão, mas com um pouco de raiva, o tio dele tinha 17 anos na época, e acabou viciando meu filho em rola.
– e o pinto do seu tio era grande?
– era grandão pai! Ele tentou me mostrar com os dedos mas não conseguia demonstrar.
– se você ver outro pinto, você consegue dizer se é maior ou menor? Eu ja estava fora de mim, tomado pelo desejo. Ele disse que sim, e eu me levantei, baixei minha calça e mostrei a ele o meu pinto duro, ele arregalou os olhos, olhou admirado meu pinto e comentou:
– nossa pai! seu pinto é bem maior que o do meu tio! o dele não é desse tamanho não!
me arrependi de imediato. Vesti a calça e falei que ia tomar um banho, eu precisava aliviar o tesão com uma punheta, fui pro banheiro e no meio do banho com a rola na mão, meu filho bateu na porta:
– Pai, posso tomar banho com o senhor?
Pensei muito, relutei, só que mais uma vez eu me entreguei, mandei ele entrar. Pra minha surpresa, ele ja estava peladinho. olhou direto a minha rola admirado e comentou:
– Seu pinto ainda ta duro pai!
– ta sim filho, enquanto eu não gozar ele vai ficar assim!
– gozar?
– é filho, gozar é quando a gente solta aquele leite que seu tio soltou na sua boca!
– e você vai gozar agora pai?
– eu pretendia filho, mas você veio tomar banho comigo…
– mas você vai gozar na boca de quem pai?
– não tem que ser na boca, é só bater uma punheta que a gente goza!
Ele me olhou admirado, pensou um pouco olhando minha rola e comentou:
– pai. Ja que você não ficou bravo comigo, eu deixo você soltar o deu leite na minha boca. mas só se você quiser!
Olhei meu filho ali, pelado, com aquela carinha de anjo, branquinho, corpo magro, bundinha redonda e durinho, boquinha rosada, pintinho durinho. Ja não tinha como não cair em tentação.
– e você quer mamar na rola do papai?
Meu filho abriu um sorriso e não falamos mais nada. Puxei ele pelo braço e coloquei sua mãozinha na minha rola, ele segurou firme, sentiu os 17 cm, a grossura, punhetou um pouco e me olhou como quem pede uma ultima autorização, sorri pra ele, e o garoto entendeu, se inclinou na direção da minha rola e abocanhou a cabeça, passava a língua de um jeito infantil, depois sugava e tentava colocar o máximo da minha rola dentro da sua boquinha, mamava como um bezerrinho, até que eu não aguentei mais, segurei seus cabelos e comecei a jorrar jatos de porra dentro da sua boca, sentia ele engolindo, mas gozei tanto que ele começou e engasgar, e foi nesse momento que eu olhei pra baixo, vi meu filho me olhando, com os olhos cheios de lagrima por ter engasgado, um monte de porra escorrendo pelo canto da boca, mas com um sorriso no rosto de quase gratidão.
Todas as minhas memórias da infância vieram naquele momento, um sentimento de arrependimento misturando com um prazer incrível e uma nova forma de me relacionar com meu filho mais velho. Eu sabia que daquele momento em diante nada seria como antes, e realmente não foi. Terminamos o banho juntos, eu o lavei, brinquei com o dedo no seu cuzinho, ele segurava minha rola ja meio mole, brincava com ela. nos abraçamos e eu o beijava inteiro. A gente ria e se pegava com um erotismo enorme, até no quarto nos secando,nos vestindo. nada era como antes, parecíamos duas crianças brincando, mas naquele momento tudo era sexo. Só paramos porque minha esposa estava pra chegar, e a noite, junto com meus outros dois filhos e com minha esposa, parecia que nada havia acontecido, a não ser por alguns olhares que hora ou outra e e o João Lucas trocávamos.
Naquela noite, quando fui colocar os meninos pra dormir, o João ainda quis chupar um pouquinho, olhei o Diego e o Pedro dormindo e coloquei o pau pra fora deixando ele chupar. observei a porta, mas minha esposa ainda estava na sala no andar de baixo. O João Lucas chupava divinamente, mas eu não poderia gozar ali pra deixar vestígios.

CONTINUA?