Meu médico receitou Sexo Anal

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Queridos, voltei…. desta vez não pude esperar para contar a vocês mais uma de minhas ‘estripulias sexuais’.
Espero que gostem e estou amando os comentários de vocês.
A história que vou contar a vocês envolve André (nome fictício), um médico que conheci há muito tempo, bem antes do meu casamento. Reencontrei André muito tempo depois de casada, e ele foi, como posso dizer…. MEU PRIMEIRO AMANTE.
Depois que meu marido me ‘liberou’ para minhas ‘aventuras’, André foi o primeiro homem quem estive fora do casamento.
Inclusive, depois de uma festa, foi meu marido quem me ‘entregou’ ao bel prazer de André pela primeira vez.
Foi o primeiro homem com que fiz sexo anal (nem com meu marido tinha feito, até então) e o primeiro homem que permiti que gozasse na minha boca, e foi uma das primeiras vezes que eu engoli esperma.
Como podem ver, André, indiretamente, “me transformou numa safada, adoradora de sexo”, como diria meu marido.
Mas fazia muito tempo que não encontrava André, apesar de nossos primeiros encontros serem ‘apimentados’ no quesito sexo, com o tempo nos distanciamos sexualmente, mas nunca perdemos nossa amizade.
Com o tempo, sua esposa teve filhos, encontrei novos amantes e fomos levando nossas vidas normalmente.
Acontece que numa semana qualquer, recebi uma chamada pelo meu celular de André. Atendi prontamente, e conversamos durante horas sobre a vida um do outro, rimos muito, mas não entramos em nenhum assunto mais ‘picante’.
Certo momento da conversa, André me fala que esteve na capital em um final de semana, e encontrou meu marido numa livraria. Falou e conversaram bastante, tomaram alguns chopps em um bar, e acabaram terminando a conversa no apartamento do meu marido.
André, então me diz com uma voz safada, que teve acesso a um certo ‘álbum de fotos’ minhas, mostrados pelo meu marido.
Para quem não sabe, é o álbum que fiz para meu marido no conto “O Book Erótico”, (se você não leu, peço que leia, please).
André elogiou as fotos e minha ‘coragem’, mas que naquele momento, que falava comigo pelo telefone, estava com o ‘pau duro’ de tanto tesão, só relembrando as minhas fotos.
Ele falava que seu pau estava até doendo de tão duro e não podia mais esperar, precisava urgentemente me ver. Todo o tesão que tínhamos no começo de nossa intimidade, voltava a florescer.
André me disse que havia avisado sua secretária para que desmarcasse todas as consultadas após as 16h, pois precisava atender uma paciente urgentemente. Ele implorava para que eu não o deixasse na mão.
Admito que aquilo me excitou muito, meu primeiro amante queria relembrar velhos tempos, e eu posso dizer a vocês, ainda tinha muito tesão por ele.
Aceitei seu pedido, e falei que estaria lá às 16h.
As 16h em ponto adentrei seu consultório. A secretária me atendeu e disse que o ‘Dr’ estava me aguardando.
Ela me levou até o escritório, e quando vi André, ele sorriu, me cumprimentou, e disse para a secretária que fechasse a porta e não o interrompesse de modo algum.
Assim que a secretária saiu e fechou a porta, André se levantou e passou a chave na porta trancando-a.
Num momento de pura paixão, nos abraçamos e nos beijamos loucamente. André me apertava contra seu corpo, deixando exalar todo o tesão que estava sentindo.
Ele me deitou sobre a maca de atendimento, e abriu minha blusa com as mãos… puxou um dos seios por debaixo do sutiã e o sugou ferozmente. Ele então, abaixou sua calça branca, juntamente com a cueca, exibindo seu pênis ereto para mim.
Me ajoelhei e imediatamente e abocanhei sua pica… eu sugava sua pica com vontade… exatamente como fazia nos nossos primeiros encontros. Ele tirou a camisa e pediu para que eu deixasse ele se livrar do resto das calças.
Enquanto, ele tirava sua calça em um canto, retirei minha blusa, a saia, calcinha, sutiã e fiquei nua a espera do meu macho.
Assim que me viu, ele se ajoelhou e começou um delicioso sexo oral… os movimentos da sua língua me deixavam louca… que me fizeram gozar.
Estava com as ‘pernas bambas’ por estar de pé, então, me deitei na maca para que ele continuasse a me chupar. Ele num movimento rápido, abriu minhas pernas e saltou sobre mim.
Seu pênis me penetrou de uma só vez, me fazendo soltar um gemido de tesão. Ele começou então a ‘estocar’ dentro de mim… insaciável… exatamente como antigamente.
Me beijava, sugava meus meus seios, meu pescoço e me chamava de gostosa. Durante longos minutos, André continuava enterrando sua pau dentro de mim, enquanto sussurrava obscenidades no meu ouvido.
Dado momento, ele se levanta, me puxa pelos quadris para fora da maca e me coloca de quatro para ele.
Eu quero comer seu cuzinho, igual aquele moleque da foto, disse sorrindo.
Apesar de ter adorado a ideia, falei para ele que não era adequado naquele momento;
Gente… eu amo sexo anal… não transo, se o cara não comer meu cuzinho pelo menos uma vez. Mas um tesão louco toma conta de mim, que começo a gritar e gemer alto na hora, e como a secretaria dele estava na sala ao lado, fiquei com medo de sermos pegos.
Vou dar um jeito nisso… disse
André novamente, me vira de quatro para ele, e sem que eu reagisse, ele tapou a minha boca com uma das mãos… encaixou a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho e começou a forçar a ‘entrada’.
Ele forçava com vigor seu pênis na entrada do meu cuzinho, quando finalmente a ‘cabeça’ entrou…. soltei um grito de dor, abafado pelas mãos na minha boca.
Depois, fui sentindo o resto da ‘tora’ adentrando meu ânus. Quando ele estava todo dentro de mim, André deitou-se sobre minhas costas, gemendo e falando “que cú gostoso, desgraçada”.
Então ele estoca duas, três vezes com força… meus gritos de tesão são abafados pela sua mão. Então ele começa a meter vigorosamente. Seu suor mistura-se com o meu, estávamos ensopados de tesão como se estívessemos debaixo de uma chuva tórrida.
Ele vai metendo, pondo todo o tesão que estava guardado dentro si, até quando senti sua porra quente invadindo meu ânus. Ele cai sobre minhas costas, ofegante, beijando minha nuca e costas.
Ele sai de dentro de mim e me beija ardentemente.
André então vai até o armário, pega duas toalhas e me dá uma para que e me enxugasse, pois estava molhada de suor.
Ficamos um tempo deitados na maca, nus, sentindo a calor dos nossos corpos. Descansada, colocamos nossas roupas, nos despedimos e fui embora.
Na saída, me despedi da secretária, ela se despede, mas imagino que ela sabia exatamente o que estava acontecendo no consultório do patrão.
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Beijos.