Aprendi a lição e virei uma putinha

Meu nome é Fernanda S. e a história que vou contar é verídica. Na época eu tinha 18 anos. Tinha 1,69m de altura, cabelos castanhos longos e lisos até o meio das costas, bunda e seios médios mas bem durinhos e empinadinhos. Mas o que mais gostava em mim mesmo era a cara de mulher perigosa que sempre tive.Por causa da minha aparência sexy eu sempre fui acostumada a liderar meu grupo de amigas peruas e a mandar nos homens.
Quando me mudei pra Brasília eu logo fiz amigas na minha escola. Como de costume comecei a mandar nas minhas amigas, até transformei minhas melhores amigas a Cinthia e a Nine de patys a verdadeiras caçadoras. Na mesma época eu conheci o Daniel, um homem alto de uns 1,85m, cabelos castanho escuros e era do tipo naturalmente forte, um garanhão italiano. Eu achei ele um tesão, mas era muito caladão e não parecia dar muita bola pra mim, então não me interessei mais. Só que depois de um tempo, o Daniel começou a pegar a Cinthia e por isso ela deixou de andar com meu grupo. Além disso, eu sempre ouvia falar que ele era um Deus do sexo e que a Cinthia tava apaixonada. Por causa disso a Nine também foi dar em cima dele e acabou entrando pro harém dele.
Quando eu fui mais uma vez, e agora achando que ia conquistar e mandar nele, ele não me deu bola. Isso me deixou com raiva, não só por ter sido rejeitada mas com ciúmes por ele ter conquistado meu grupinho que eu me orgulhava de comandar. Aí eu preparei uma vingança. Eu espalhei um monte de mentiras sobre ele, inclusive pra Cinthia dizendo que ele tinha contado como ela era nua e coisa e tal. Não deu outra, queimei o filme dele e ele ficou irado (até porque era mentira mesmo). Eu até pedi ajuda pra um gordo patético da nossa turma chamado Alex pra ele forjar umas imagens de conversas no MSN sobre isso.
Ele tentou resolver mas não deu, aí ele marcou uma reunião comigo. Ia ser no estacionamento do meu prédio aqui no Sudoeste e ia aproveitar a oportunidade pra irritar ele. Quando ele chegou ele tava um tesão. A gente começou a conversar, mas como eu tava me fazendo de sonsa uma hora ele perdeu a paciência, me pegou pelo braço com tanta força que parecia que ia me levantar e disse que nunca bateria numa mulher, mas que eu tava pedindo. Isso me deu um tesão danado, acho que foi a força que ele mostrou e o fato de ele não cair no meu charme de jeito nenhum. Mesmo assim eu tentei me soltar dando um tapa no peito dele (que delícia de peito) mas ele me segurou mais forte e na luta ele acabou me agarrando de costas pra ele. Com aquele cheiro perfume masculino, bafo quente no meu cangote e aqueles braços fortes me agarrando eu acho que cedi de vez ao tesão. Eu incoscientemente (tinha muito orgulho) empinei mais minha bunda naturalmente arrebitada pra sentir o pinto dele e senti um pinto bem grande. Ele percebeu e disse “aahh, você ta querendo é pica desde o começo né cachorra?” e eu respondi “eu queria era saber porque a Cinthia quer um cafajeste como você”. Ele falou “sei…” e passou a pica lá de baixo da minha bundinha até o topo e aí eu arrepiei e disse “deixa eu ver” e ele perguntou “aqui mesmo?”. Eu nem respondi, só puxei ele pelo braço até o meu apartamento passando pelo elevador. Até então eu achava que no sexo eu ia conquistar e mandar nele. Como estava enganada.
Chegando no meu quarto ele falou ” se você vir, vai ter que chupar” e eu repsondi ” vou pensar” e puxei a calça dele junto com a cueca. Assim que fiz isso pulou um pintão e bateu na minha bochecha e nem pensei nem nada, fui direto pagando uma gulosa. Enquanto eu chupava pensei que não devia estar me entregando tão fácil, ele era um tesão mas assim eu não ia mandar nele. Só que o pinto dele tava gostoso, não tinha o mesmo gosto de urina que alguns têm e também fiquei curiosa, porque vi que o pinto dele não tinha acabado de crescer e se achei que era grande tava enganada. Era imenso! Quando acabou de crescer ele tinha comprimento suficiente pra por minha boca e minhas duas mãos em volta dele e era tão grosso que minha mão não fechava em torno dele de jeito nenhum. Inspirada por aquela delícia eu chupei, punhetei e me esfreguei naquele pinto até que ele me segurou e gozou um rio na minha boca. Eu tava com tesão, mas meu orgulho ainda não me permitia engolir a porra dele, só que ele me segurou e eu engoli vários goles antes de ele me soltar e quando ele me soltou ainda gozou mais um tanto na minha cara e peitos, nunca tinha visto tanta porra assim nem em pornografia! Enquanto me recuperava desse inesperado (mas delicioso, assim como a rola) drink, ele passou a pica onde tinha porra e depois punha na minha boca. Foi aí que eu percebi que o pinto dele não tinha amolecido nem um pouco. Quando eu arregalei os olhos ele viu e disse “achou já tinha acabado é? Hoje você vai ver pra que servem putinhas como você.” e me jogou na cama e já pondo uma camisinha e metendo na minha bocetinha. Nao meteu tão rápido quanto eu achei que ele ia, mas ainda assim minha bocetinha tão pequenininha parecia que ia explodir. Mas ele metia ritmadamente e com precisão, parecia que sabia onde era meu ponto G! Só de lembrar quase gozo. Eu tava me deliciando com aquele excesso de macho possuindo a minha bocetinha e tava só imaginando como ia ser bom se ele mandasse aquele tanto de porra na minha bocetinha também quando comecei a gozar sem parar, meu primeiro orgasmo múltiplo. Ele gozou também, e quanto tirou o pintão de dentro de mim eu me senti ao mesmo tempo assustada por ter aguentado tanto mas também orgulhosa, tava só me cuidando pra não me entregar de vez. Ele meteu a pica na minha boca de novo e eu mamei como se fosse uma chupetinha muito grande e gostosa. O pau dele rapidamente endureceu de novo e ele meteu mais uma vez na minha bocetinha, dessa vez numa maravilha de “frango assado”, me fazendo gozar várias vezes enquanto ele dizia “isso cachorra, goza bastante no pauzão do papai”. Eu já tinha tinho sido bem comida o suficiente pra não reclamar e no fundo eu tava adorando, só que meu orgulho não deixava eu admitir. Ele tirou o pinto e meteu na minha boca de novo. Eu me surpreendi quando ele endureceu mais uma vez e o tesão voltou de novo apesar de minha bocetinha já estar cansada de ser arrombada. Ele me pôs de 4 e ficou esfregando o pinto na minha boceta, talvez pra ver quanto eu aguentava sem pedir. Bem, não preciso dizer que ele venceu e eu pedi, “mete logo” e ele sorriu e então como já tinha perdido meu joguinho mesmo, eu gritei “mete nessa bocetinha que agora é sua, me fode, me detona e me faz de puta que eu quero sentir seu pintão de macho dominante!” e aí ele sorriu de novo e meteu. Só que ele meteu no meu cuzinho e eu nunca tinha dado ele. Com a dor veio a raiva de estar sendo feita tão putinha e tentei sair. Ele me segurou e falou “acho que você precisa de ser mais domada, ta muito rebelde ainda. A propósito, adorei esse cuzinho que pela resistência eu sei que é virgem”. Ele estava certo e assim como sabia que era virgem ele sabia o que tava fazendo. Assim como na minha bocetinha ele foi metendo ritmadamente, a dor passou e o tesão explodiu, talvez mais forte do que nunca. Aquele pintão já tinha me conquistado toda então, só queria saber de sentir aquele macho se deliciando com cada centimetro quadrado do meu corpinho e de gozo dele marcando território. Eu comecei a gemer e a gozar como uma putinha nunca faria melhor e a falar “vai mete na sua cachorra”, “isso mostra que quem manda é quem tem um pintão” e coisas do tipo e ele puxava cada vez mais forte e dava tapas. Eu rebolava querendo sentir mais e melhor aquele pintão. Quando ele gozou eu já nem tinha forças pra me manter de 4. Ele ainda tinha mais gozo pra mim, me fodeu ainda a tarde inteira. Eu rebolei na ‘boquinha da garrafa”, sentei no colo dele, cavalguei no pinto dele e muito mais. Quando ele foi embora eu já era muito mais putinha do que qualquer outra mulher poderia ser. Tava arrombada de tudo quanto era jeito, escorrendo gozo (meu e dele, ele gozou no meu corpo todo) mas tava completamente domada e satisfeita por descobrir que meu lugar era ser putinha e não mandar.
Ah, eu limpei o nome dele e virei escarava dele. Não só sexual mas como faço tudo pra ele. Ele me deu uma coleira com o nome dele pra usar e eu dou quase todos os dias pra ele. Ele continua comendo a Cinthia e a Nine, mas acho que elas não sabem se entregar pra um macho tão bem quanto eu.

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