A Giulia e a Pat… Uma História de Amor!!

O que vou contar aqui faz parte da minha história, não omitirei fatos, nem darei nomes fictícios aos personagens nela inseridos, pois seria um insulto a memória da pessoa por quem nutro um sentimento tão grande. Meu nome é Giulia, hoje tenho 14 anos. O que vou relatar aqui aconteceu no período que eu tinha entre 12 e 13 anos (os anos de 2014 e 2015 respectivamente).
Sempre me achei uma menina meio estranha, eu no alto dos meus 12 anos, enquanto eu via as meninas da minha turma conversarem coisas sobre maquiagem, e se vestirem como verdadeiras princesas saídas de filmes da Disney, eu curtia ler, me vestia no maior estilo POP/Rock, sempre de camisetas pretas (geralmente com estampas de minhas bandas favoritas como: Angra, Shamam e a minha banda preferida O Nigthwish), jeans folgados, tênis (quase sempre all star), um boné enfiado na cabeça e um skate a tiracolo.
Não me acho uma menina feia, mas estou longe d ser uma perfeição em matéria de beleza, sempre fui muito branca (na verdade tenho quase certeza de ter sido uma resma de papel A4 na outra encarnação), cabelos muito pretos, olhos castanhos… Mas tenho um corpo bonito, seios pequenos, pernas grossas e tenho que dizer que tenho o bum bum bem empinadinho.
As meninas da minha turma, na época que eu tinha 12 anos, estavam naquela fase de descobertas, curiosidades com relação ao sexo oposto, sempre falando de meninos, e de como seria beijar, ficar ou até transar com um menino, ficavam naquela de grupinhos e dando risadinhas escrotas quando passavam por um menino bonito. Enquanto isso, eu estava ferrada a um livro, ou sempre com meus fones de ouvido ouvindo meu sagrado metal de cada dia… Bom, um dia tudo isso mudou.
Um belo dia eu estava na sala de aula, quando entra uma nova aluna, seu nome Patrícia. E ela era linda, o tipo de menina que vc não tem como não olhar duas vezes na rua, ela parecia ascender toda a atmosfera quando caminhava. E eu senti meu coração bater, não conseguia parar de olhar para aquela coleguinha, me descobri i apaixonada pela primeira vez na vida, imaginam a minha confusão mental? Afinal era outra menina!!!
E aproximei dela, fizemos uma bela amizade, só que essa amizade evoluiu pra algo maior, e ela Tb se descobriu gostando de mim, começamos a namorar… Foi uma barra, tivemos que enfrentar muito preconceito, principalmente da parte da mãe dela, mas meus pais… Bom… tudo que meus pais queriam e querem é que eu seja feliz, e super acolheram a Pat de braços abertos.
Ela sempre vinha passar o fim de semana na minha casa, devido a distancia em que morávamos, e como queríamos ficar juntas ela vinha e passava fim de semana na minha casa. Dormíamos no mesmo quarto, eu ocupava a cama do meu irmãozinho na parte de baixo do beliche e ela na minha cama na parte de cima, mas ela sempre descia… Ficávamos horas conversando, horas em trocas de caricias e carinhos… Mas até aquele momento nada havia acontecido. Durante o natal, ela veio passar conosco, e da mesma forma que sempre fazia, ela desceu para a minha cama, estávamos conversando, rindo, e começamos a nos olhar de uma forma diferente, e começamos a nos beijar, e esses beijos foram se tornando mais afoitos, as mãos mais bobas, éramos duas meninas de 12 anos se descobrindo intimamente, eu nunca havia me masturbado, mas ela fez isso pra mim, beijou minha boca enquanto sua mão explorava minha xoxotinha sem pelinhos (caramba, nem peito eu tinha ainda direito quanto mais pelo na xoxota) por cima da minha calcinha de algodão, daí ela começou a tirar a minha camisola me deixando só de calcinha (parecia perita no que fazia) e enquanto isso eu estava mole na cama, sem forças pra protestar, ou mesmo pra dizer que queria mais, começou a me beijar, cada milímetro do meu corpo foi lambido e beijado, ela beijou meu umbigo e começou a tirar a minha calcinha, não preciso dizer que a essa altura eu já estava pra lá de molhadinha, o fundo da minha calcinha já estava impraticável (acredito até que eu já tinha gozado algumas vezes) e ela começou a me chupar a xoxotinha, e eu dizia: “Não Pat, ai não…” mas não tinha forças pra resistir, e ela me sugava como se fosse a ultima coisa e a mais importante que faria na vida, gozei côo louca na boquinha da minha namoradinha. E comecei a querer fazer aquilo com ela Tb, tirei toda a sua roupa e Tb chupei ela inteira, deixei ela de quatro na cama enquanto chupava a xoxotinha dela por trás.
Depois de ela gozar algumas vezes na minha boca, ela levanta e pega a minha escova de cabelo, e diz que a gente vai tirar a virgindade uma da outra, e começou a me masturbar com o cabo da escova, e ia forçando a entrada com ela, e voltava a passar o cabo da escova na minha bocetinha, em um determinado momento ela colocou um pouco mais de força, e meu cabacinho cedeu, senti uma dor imensa, uma ardência, uma vontade de chorar, mas ela me beijava a boca enquanto fazia isso, e eu não queria ser a menininha chorona, e ela começou um vai e vem maravilhoso com aquela escova dentro de mim, eu me sentia como se tudo na minha vida dependesse daquele momento, e que se ela parece tragédias horríveis iriam acontecer… e gozei… e gozei… e gozei… Fiz ela ficar de quatro novamente e descabacei minha namoradinha nessa posição, ela mordia o travesseiro, e gemia baixinho com medo de meus pais acordarem, e eu fodia a bucetinha dela com o cabo da escova enquanto via o seu néctar descendo por sua perna misturado com o sangue que escorria graças a seu cabaço rompido.
Depois disso não agüentamos mais de cansadas e dormimos uma agarradinha a outra como estávamos, ela por trás de mim, com o dedinho no meu grelinho…
Foi a mais perfeita noite que eu já tive com ela, claro que tivemos outras noites, e outras ocasiões muito boas, mas essa… Bom essa foi especial, pois eu perdi minha virgindade pra ela, e ela perdeu a dela pra mim.
Hoje, infelizmente a Pat não está mais comigo, por uma infelicidade do destino, ela foi atropelada em fevereiro de 2015, enquanto saia do shopping onde tinha ido comprar seu presente de aniversario, e infelizmente não suportou a enorme quantidade de ferimentos que recebeu e morreu… Mas nunca vou me esquecer do nosso amor, sempre foi um amor puro, sempre foi um amor correspondido, onde não precisávamos falar pra nos comunicarmos, um olhar bastava. E eu sei que ela onde estiver, está me esperando. TE AMO PAT…

PS: Espero que gostem, estou repartindo com vcs uma coisa muito importante da minha vida, e da minha historia!!! Com todo meu amor Giulia <3 Karol minha pequena submissa
Minha querida Lorrayne
Arrombando a bocetinha da Lorrayne
O “titio” da Lorrayne
A consolidação da Lorrayne

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