Depois de tanto tempo casada não resisti

Meu nome é Marina, me casei com 16 anos, tenho 3 filhos, depois de 22 anos a situação financeira apertou e tive que trabalhar em uma fábrica de costura, e p/ chegar ao serviço tinha que pegar ônibus que sempre vinha lotado, e tinha o Luis, um cara forte e alto, que era safado, ele trabalhava na limpeza da fábrica, ele vivia encoxando minhas amigas, eu detestava isso, mas com o passar dos dias, eu comecei a perceber que elas gostavam disso, e um dia eu ví de perto, que ele sempre usava umas calças de moletom, e parecia que não usava cueca pois ficava um volume bem grande quando ele ficava de pau duro, e pensando nisso, eu comecei a ficar com tesão, e decidi um dia deixar ele se encostar em mim.
Nesse dia eu coloquei uma calça fina e bem folgada, e não usei calçinha, e como eu tenho uma bunda bem saliente, fiquei bem tesuda, e ao entrar no ônibus, eu disse as minhas amigas que me estranharam.
– Como não tem muito lugar, eu vou ficar aqui com vcs.
Todos que passavam por mim me encoxavam, quando o Luis entrou e me viu, ele não aguentou, veio empurrando todo mundo até que se encoxou em mim, e nesse dia eu percebi como é gostoso ser encoxada no ônibus, o pau dele ficou tão duro, que parecia que ia entrar no meu cú, e assim ficamos, com o ônibus balançando, e o pinto dele bem duro se esfregando no meu cú, e eu com o solavanco, esfrecava minha bunda bem molinha no pinto dele,e sentia uma sensação tão gostosa daquele pinto duro se esfregando no meu cú prá cima e prá baixo que eu não aguentava de tesão. Ele me encoxou tanto, que acabou gozando na minha bunda, e quando eu passei a mão por trás prá sentir o pinto dele, é que eu percebí que ele tinha tirado o pinto dele prá fora e gozou bem no meu cú me lambuzando toda, quando eu descí toda lambuzada, fiquei com vergonha, mas foi tão gostoso, toda mulher que anda de ônibus, em vêz de achar ruim de ser encoxada, deveria deixar, porque além dela ajudar quem tá precisando, é tão gostoso, se eu pudesse andava de ônibus lotado o dia todo.
Desse dia em diante, eu não parei mais, agora eu levo uma espécie de canga na bolsa p/ o caso de acontecer de novo, e alguém gozar no meu cú, eu a enrolo na cintura para esconder.
O Luis me encoxava tanto, que quando eu ia de saia curta, ele dava um jeito de enfiar sua mão por baixo dela, e enfiava o dedo no meu cú, e assim fomos vivendo, até que um dia eu não aguentei, e fui na casa dele dar o cú prá ele, mas isso fica prá outro conto.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(0 Votos)
Loading...