Estupro merecido da mulher casada

Era uma terça-feira à tarde na transição de horário estava escurecendo, antes de sair de minha residência me atentei para dois veículos parados na porta de minha residência. Um VECTRA PRETO e uma TUCSON PRATA, ambos com insulfilm que não possibilitava visualizar quem estava dentro e permaneci observando.

Da porta do passageiro da TUCSON que se encontrava estacionada à frente do outro carro saiu um rapaz baixo e gordo bem assustado e olhando para os lados entrando rápido no VECTRA e saiu em disparada e a TUCSON permaneceu por ali.

Meu carro estava do lado de fora e por isso aguardei o carro ligar para sair e quando saiu corri até meu carro, coloquei meu colete peguei minhas duas quadradas entrei e fui atrás.

Copiei a placa fiz contato com o COPOM e o veículo deu nada consta e o endereço deu um bairro próximo o que de certa forma me tranquilizou e continuei seguindo o mesmo.

Em determinado momento o veículo começou a entrar em travessas de forma rápida, como se quisesse dar um perdido, com certeza me ganhou no retrovisor e estava tentando me despistar mas ainda assim coloquei mais torque no motor e continuei em sua cola.

Ao chegar próximo ao Mercado Carrefour o veículo entrou e dois veículos ficaram em minha frente me separando de meu alvo, mesmo assim copiei onde o veículo estacionou encostei o meu veiculo e desci esperando, contudo ninguém descia do veículo. Nesse momento passou um pirriu do mercado com aquelas motinhas e avisei-o que iria abordar o veículo, que não permitisse que ninguém se aproximasse e que ele próprio ficasse à distância para não correr risco de vida.

Empunhei minha PONTO QUARENTA e fui me aproximando do alvo e ao chegar próximo puxei a maçaneta do veículo abrindo-a e qual foi minha surpresa ao me deparar com uma gata maravilhosa de saia jeans curta e de topzinho de funkeira estilo tomara que caia e falei:

– POLÍCIA! DESCE DO CARRO!

A garota estava assustada e ao mesmo tempo totalmente sem graça sabendo que havia feito algo de errado, puxei-a pelo braço ordenando sua saída rápida do carro, ao mesmo tempo que olhava para dentro do veículo vendo se havia mais alguém dentro do carro. Não havia mais ninguém, contudo consegui visualizar uma calcinha vermelha em cima do banco do passageiro e uma poça úmida no banco onde a putinha estava sentada, já ganhei toda a situação.

Fora do carro pude ver melhor aquela garota, aparência de 28 anos, branca, quadril largo, bunda grande, seios médios, cabelos negros no meio das costas, trajava uma sainha jeans bem de puta e um tomara que caia preto realçando sua pele branquinha. Seu olhar era receoso e tremia um pouco de nervoso pela situação, no colo de seus seios algumas marcas vermelhas na pele e em sua mão esquerda uma aliança dourada, a vadia era casada.

O pirriu se aproximou perguntando se estava tudo bem, disse que sim e que não haveria necessidade de permenecer por ali que eu tinha a situação sob meu controle.

– Tá vindo de onde?

– Da casa de uma amiga…

– Amiga? Mora onde essa amiga?

– Aqui perto…

– Seu nome?

– Tatiane

– Faz o que da vida?

– Sou dona de casa moço, meu marido é soldador…

– Usa drogas?

– Não

– Esteve em cana alguma vez?

– Nunca moço Deus me livre, tenho filha pequena pra criar…

– Entendi, veio fazer o que aqui?

– Comprar umas coisas pra casa..

– E você mora onde?

– Estância

– E veio de lá agora?

– Não não estava com essa amiga mesmo…

Nesse momento percebi que não havia maldade por parte da garota, ela não era uma criminosa e não me traria riscos, contudo, certa ela não estava também, com certeza aquele cara do VECTRA havia acabado de comê-la e a safada foi ao mercado próximo para ter um álibi com o marido, se alguém falasse que ela foi vista nas proximidades, ela alegaria que havia ido fazer compras, manjado isso.

Vendo que a putinha estava aflita resolvi colocar meu lado canalha pra fora e ganhar uma bela boceta pra foder, segurei-a pelos braços apertando e mandei na lata:

– Escuta aqui sua puta, você acha mesmo que tá me convencendo com essa histórinha de amiga? Fala a real caralho!

– Do que o Sr. está falando, juro que não sei…

– Pensa que não ganhei que você tava trepando dentro dessa TUCSON com o carinha do VECTRA sua cadela, quer que teu marido saiba? Quer que eu acabe com a tua boa vida de piranha que tú leva?

Nesse momento a garota empalideceu e percebi seu corpo tremer, dei o xeque-mate naquela fêmea e iria trazê-la para ser meu objeto sexual depois dessa, não haveria escapatória.

– Responde caralho!

– Não sei de nada disso…

– Não sabe? Então vou gravar um DVD e mandar para o corno do teu marido saber o que a mulherzinha dele faz durante a tarde enquanto ele trabalha para pagar IPVA e colocar gasolina na TUCSON pra ela.

E nisso soltei-a e fui atrás do carro, peguei uma caneta e anotei a placa do carro deixando bem claro que eu tinha tudo sobre ela e fui em direção ao meu carro de modo firme e decidido.

Nesse momento escuto seus passos rápidos vindo em minha direção e chamando:

– Moço, moço, pelo amor de Deus, foi o Junior que contratou você? Quanto ele te pagou, eu pago o dobro é só você me falar o quanto você quer de dinheiro? Eu te dou….

Nesse momento vi que a aquela esposinha estava nas minhas mãos, virei de frente pra ela encarando-a e disse:

– Sua cadela do caralho, meu nome não é dinheiro não sua vaca!

E terminando de dizer isso dei-lhe um tapaço na cara de mão aberta que seu rosto até virou, pouco me importei com o mundo naquele momento, a velha história de mulheres que os maridos dão tudo e acham que podem sair por aí comprando o mundo com seus cartões sem limite. Depois do tapa onde até sua cabeça girou de lado tamanha força eu finalizei:

– Olha aqui no meu olho, todo ser humano tem um preço e o que eu tenho para te dizer é que o meu preço não é dinheiro, tú tá preparada para pagar?

Ela atônita diante da situação nova imediatamente abanou a cabeça confirmando um sim.

Peguei-a pelo braço e levei-a novamente para a TUCSON coloquei ela no motorista e entrei no passageiro, a primeira coisa que fiz foi pegar sua tanguinha e guardar no meu bolso e de pronto dentro do carro ordeneni-lhe:

– ARRANCA A SAIA!

– O que?

– ARRANCA A SAIA SUA PUTA VAI LOGO CARALHO!

Nesse momento percebi uma lágrima escorrer do olho da casadinha, enquanto ela descia sua saia jeans até o joelho, mostrando sua bocetinha raspadinha sem pelo nenhum.

Ao terminar de tirar e deixá-la nua disse-lhe:

– A partir de agora você está entrando num mundo sem volta e vou ser seu dono e seu macho minha cadelinha pode se preparar.

Dizendo isso algemei-a e fui passando a mão em sua bocetinha que estava muito úmida, com certeza não havia ali só líquido vaginal, havia esperma pois havia um pequeno esbranquiçado nos lábios da xoxotinha linda.

– Se mentir pra mim vou quebrar você no meio, portanto tudo que eu perguntar quero uma resposta verdadeira, você deu pro cara do VECTRA?

Ela demorou um pouco e respondeu:

– Sim…

– Ele te fez gozar?

– Não…

– Fala a verdade porra!

– Não, eu juro que não….

– Então porque tá traindo teu marido com um pau no cú que não sabe te fazer gozar?

– È que já nos conhecemos há algum tempo ele e meu marido são amigos de infância, eu e a esposa dele fazemos compras juntas no shopping todo sábado à tarde, ele é casado também, e acabou acontecendo foi isso….

– Quantas vezes já deu para esse otário?

– Essa é a terceira vez…

– E não usou camisinha em nenhuma das outras vezes?

– Não pois tomo anticoncepcional…

– mas tú é uma cadela sem vergonha mesmo, transa com o amigo do teu marido e ainda deixa o cara encher você de esperma sua puta!

E dizendo isso peguei-a pelos cabelos e ordenei:

– Tira meu pau pra fora e chupa!

Nem precisei dizer duas vezes e lá estava a casadinha submissa tirando meu cacete pra fora, com suas mãos algemadas o que dava um visual de dominação daquela mulher, meu pau que a essa altura esta duro e grosso como pedra ela foi colocando na boca.

Enquanto a putinha chupava meu pau, coloquei a mão pelo vão de seu rego e fui alisando seu ânus e depois desci para sua bocetinha acariciando-a e dando um tratinho no grelinho e a putinha mamava, mamava meu cacete com vontade e aos poucos comecei a perceber que rebolava seu quadril como procurando um melhor contato com meus dedose percebi que era a hora de fodê-la, tirei minha mão e puxei-a pelos cabelos:

– Fica de quatro sua cadela que é pra isso que você vai servir pra mim daqui pra frente!

De forma rápida Tatiane ficou de quatro no banco da TUCSON que é espaçosa, com suas mãozinhas delicadas e unha feita devidamente algemadas, arrebitando sua bundona grande e carnuda, com a bocetinha aberta o cheiro de sexo exalava no ar, era como se o cheiro daquela fêmea com resto de porra na boceta implorasse para ser fodida naquele instante e fui me posicionando atrás dela, quando ela disse:

– O Sr. não vai colocar camisinha?

Nesse instante grudei-lhe pelos cabelos e disse:

– Vai tomar no seu cú tua cadela, quem manda nessa porra sou eu e tú vai me dar do jeito que eu quiser!

E nisso dei-lhe um tapa forte na banda esquerda de sua bunda minha mão em sua anca, enquanto puxava sua cabeça pra trás pelos cabelos com a outra mão e espetei meu cacete forte e fundo de uma única vez em sua bocetinha, ela gemeu:

– Aaaaaaaiiiiiiiii devagar pro favooooorrCala a boca sua puta!

E dominando-a, segurando pela anca esquerda com a outra mão continuei puxando sua cabeça com força para trás pelos cabelos e comecei à fodê-la de um jeito animal, ela sacolejava toda os seios balançavam junto com a cabeça que era puxada pra trás e o barulho de meu corpo batendo no dela ditava o ritmo da foda, era o estupro de uma mulher casada safada que à poucos minutos estava traindo o marido com o amante fraco. Naquele instante um macho de verdade entrara em sua vida para possuí-la da forma mais animal que havia sido possuída até então e o pior de uma forma rude, bruta e sem cerimônia, havia lhe transformado num objeto sexual disponível ao uso de seu novo dono, seu marido jamais poderia seque sonhar o que a putinha estava vivenciando e se sujeitaria dali por diante.

Eu comendo gostoso a casadinha de quatro dentro do seu próprio carro logo após ela ter dado para o amante frouxo que encontrara, literalmente tomei aquela mulher ali naquele dia, daquele momento por diante nunca mais ela seria a mesma, transformaria ela numa fêmea sedenta por sexo fodendo-a de forma agressiva sem rodeios, colocando-a devidamente no seu lugar.

E a foda estava forte foi quando percebi a cadelinha jogando a bunda para trás com força engolindo meu pau e pedindo:

– ME FODE, ME FODE FORTE MEU DONO, ME FODE!

E ai com muito tesão coloquei força na transa e aumentei o ritmo, foi quando percebi a expressão de seu rosto o orgasmo chegando quando ela jogou seu rabão de encontro ao meu corpo enterrando meu cacete fundo dentro dela:

– Ooooooohhhhhhhh, to gozando que delíciaaaaa, oooooooohhhhhh…..

E vendo que a putinha estava atingindo o orgasmo dei mais algumas estocadas com força que a cada pressão algumas pequenas celulites apareciam tamanha a força que eu coloquei na foda pressionando meu corpo contra o seu e apertando o contanto de nossas peles e sem demor com o tesão da visão de colocar pressão no rabo de uma casada, dominada e submissa ejaculei fundo naquela bocetinha, despejando fartos jatos de esperma dentro dela e me joguei em cima dela fazendo-a deitar no banco reclinado da TUCSON.

Eu com meu corpo derrubado em cima da minha putinha enquanto meu caralho expelia o resto de esperma que restava no saco que sensação gostosa de dominar aquela mulher.

Tatiane me disse:

– Acabei de dar pra vc e nem seu nome eu sei…

– Seu dono me chame de seu dono.

– Meu dono, por favor me revele pelo menos seu nome, meu dono.

– Meu nome é SÉRGIO mas daqui por diante me chame de MEU DONO é assim que quero sempre que se dirija à mim.

– Perfeitamente meu dono.

E diante do avançado da hora, me retirei de cima do seu corpo , acendi as luzes da TUCSON e filmei-a de forma rápida com meu iPhone toda esparramada e com os braços algemados, lá estava ela no banco com a bunda de fora e toda vermelha, com minha porra escorrendo de dentro de sua bocetinha enquanto ela repunhas suas energias.

Tirei a algema e ela logo se ajeitou colocando a saia pois já percebeu que sua calcinha naquele momento já tinha dono.

– Daqui pra frente tú é minha putinha submissa tá entendendo?

– MEU DONO se for para gozar de uma forma tão intensa quanto gozei hoje quero ser tua o resto da vida, sempre se me permitir.

Peguei seu número e salvei no meu celular, abri a porta do carro dizendo:

– Aguarde minha ligação e esteja pronta.

Bati a porta do carro e fui embora, nesse instante deu-se o inicio da minha SAGA DE DOMINAÇÃO com uma casadinha submissa e que após os comentários contarei muito mais.

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