Viado desde pequeno

Oi sou Wellington, sou de uma família de agricultores familiares tenho somos em 10 irmãos; de minha mãe são seis, eu, Fernando, Raimundo, Tereza, Marina e Eugenia da outra família de D. Laura são: Pedro, José, Maria e Dalva. Para nossa sorte mesmo não sendo todos do mesmo sangue, mas somos todos Homo os homens e as mulheres todas putinhas, não sobrou uma pra dizer amém. vou relatar sobre a nossa família primeiro. Eu sou o primeiro veado da família depois vem, as putinhas, Tereza , Marina e Eugenia e por fim os viadinhos Fernando e Raimundo. Pois bem, não fui criado com Papai fui adotado novinho e só fui ter contato com os demais já na adolescência.
Nunca tive traumas nunca fui abusado por padastro, padrinho, vizinhos, amigos da família, nada disso, nasci viado, cresci viado, vou morrer viado e feliz. Desde pequeno que já sabia que era viado gostava de observar os meninos seus comportamentos e comparava com as meninas, nunca gostei de bonecas, vestidos, essas coisa de mulher, mas sabia que era viado, que meu negocio era homem. Com mais ou menos 8,9 anos ai sim, já queria ver os meninos pelados olhar seus pintinhos e se vacilasse tocá-los senti-los. Mas foi aos doze anos que a coisa aflorou de vez, nada de trejeitos femininos, porém muito educado e delicado, discreto sempre partir pro ataque na hora certa no momento certo na pessoa certa. Nunca havia dado minha bunda nem chupado pau nenhum até que o destino deu um empurrãozinho. Descobrir um primo lá no sitio da família chamado Benedito, bendito nome, bendito homem, morava com meu tio Paulo e minha tia Josefa, na outra metade da terra pertencia a meu pai Secundino que morava com sua nova esposa (era viúvo de mamãe) D. Laura uma cabocla de cerca de 58 a 60 anos, uns 15 anos mais nova que ele, homem da terra cavalo, boi, vaca, porco, galinha, peru era seu universo, homem rústico mesmo mais muito boa gente com todos. Era com ela Laura que ele teve os outros 4 filhos. Pois bem, quando conheci Bené como chamamos ele foi meio complicado porque ele havia deflorado minha irmã mais nova Marina comeu na lavoura uma menina de 15 anos lindinha parecendo uma indiazinha, com umas pernas e uma bunda linda chegava dar inveja. Bem, papai pôs ela pra fora de casa e sobrou pra minha mãe adotiva ficar com ela alguns meses. Eu tinha na epoca 18 pra 19 anos trabalhava no comercio da familia de minha mãe e caiu no meu colo desta irmã ocupar meu quarto e minha cama, nesta mesma noite que ela chegou baixou um desejo pela bunda de minha irmã, que quando ao deitarmos dei uma encoxada meio a contra gosto e sentir aquela bundinha durinha gostosa e não deu outra meti a pica em minha irmã, mas sabia que não era minha cara. Ela chorou e me contou sua estória como ocorreu o que meu primo fez com ela um drama só. Desistir de buceta principalmente de irmã. Na outra semana ai sim conheci esse deus nórdico chamado Benedito. Fui tirar satisfação porque ele fez isso com minha irmãzinha, e pra minha surpresa descobrir o que é ser viado mesmo, Bené foi super mal-educado grosso casca grossa mesmo, caiu em mim de bicha, traveco, viado, um horror e me mostrou aquilo que ele tinha de melhor: sua pica, menino era um colosso 32 cm de puro músculo e veias uma coisa no mínimo assombrosa porém fiquei maravilhado, meu cu piscava, meus olhos brilhavam mais era muito grande com uma cabeçora que dava medo, nisso ele chamou um cachorro vira-latas chamado foguinho marron lindo enorme mandou eu tirar minha bermuda me botou de 4 e o cachorro era viciado em cu incrivel sabia o que deveria fazer lambeu salivou meu rego todo e subiu, Bené dizendo ele é meu assessor para alargar cu pra depois eu comer gostoso. Agora viadinho vc vai ver o que é um macho ajeitou a pica do cachorro no buraquinho e o resto foi so prazer apesar da dor, o cachorro socou socou e aquilo ia crescendo e doendo mas dando um prazer incrivel comecei a rebolar e sentir todo prazer possivel me sentido todo lascado a pica era enorme se não imensa, meu primo se prostou na minha frente pegou aquela picona toda e mandou eu chupar, chupei, lambi engoli, devorei, babei, salivei tudo que tinha direito, mas não cabia na boca era muita pica e o foguinho mandando ver até ele parar e sentir alguma coisa estufando enlarguecendo meu cu, era o seu nó entrando me lascando todo que dor horrivel lagrimas desciam na face não conseguia me concentrar no boquete só na dor não sei quantos minutos ficamos engatados só sei que pedi praquilo terminar antes de meus tios chegarem, e aconteceu, o cachorro forçou a saida da pica me puxando para traz até explodir num gozo jamais inimaginavel que me inundou os intestinos algo quente poderoso um gozo que jamais imaginei. Doeu mas foi prazeiroso demais ai foi so relaxar e Bené me dizer agora viadinho vc vai ser minha putinha pra sentir o que sua irmã sentiu só que no cu. E mandou ver já esta todo largo mesmo assim demorou pra entrar até a metade, não sei se agradeço ou praguejo pois meus tios apontaram lá na cancela e ele desistiu de me lascar ainda mais.

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